
Conto erótico: Com tesão latino fode a sua tia

O sol da tarde em Salvador queimava a pele, mas nada se comparava ao calor que sentia ao vê-la. Tia Carolina sempre teve aquele jeito de deusa latina, curvas que hipnotizavam, um sorriso que prometia pecados. Eu, seu sobrinho de vinte e cinco anos, nunca tinha ousado sequer imaginá-la assim, até hoje.
Ela estava de saia justa, tecido fino colado ao corpo, enquanto regava as plantas no quintal. Cada movimento seu era uma tortura doce. A água escorria pelo pescoço, pingava entre os seios, e eu, parado na porta, não conseguia desviar os olhos. Quando nossos olhares se encontraram, não houve surpresa, nem reprovação. Apenas um sorriso lento, como se ela soubesse exatamente o que eu pensava.
— Vem aqui, menino, ela disse, a voz rouca, um convite que não era para recusar.
Aproximei-me, o cheiro de jabuticaba e perfume barato me embriagando. Seus dedos, úmidos, roçaram meu braço ao me entregar a mangueira. O toque foi elétrico. Não precisei de mais nada. Minhas mãos encontraram sua cintura, puxando-a contra mim. Ela não resistiu. Pelo contrário, seus lábios quentes colaram nos meus, a língua invadindo minha boca com uma fome que eu não sabia que ela tinha.
— Você sempre foi um menino curioso, ela sussurrou, enquanto suas unhas afundavam em meus ombros.
O quartinho dos fundos era abafado, a cama de solteiro rangia a cada movimento. Ela me empurrou para trás, os seios livres do sutiã, os mamilos duros como pedras. Suas mãos desceram pelo meu peito, abriram o zíper da calça jeans com uma urgência que me fez gemer. Quando seus lábios envolveram meu pau, senti que ia perder a razão.
Conto erótico: O prazer que não espera permissão— Tia..., gemi, mas ela só sorriu, os olhos brilhando de malícia.
— Chama de Carolina, ela ordenou, antes de me engolir por completo.
O ritmo era implacável. Cada investida sua me levava mais perto do abismo. Quando não aguentava mais, a virei de bruços na cama, arrebentando a saia com as mãos. Seu cu era perfeito, redondo, pronto para mim. Entre gemidos e palavras sujas, afundei nela, sentindo cada centímetro seu me apertar, me sugar, me louco.
O orgasmo veio como um raio, forte, incontrolável. Ela gritou meu nome, as paredes tremendo com a força do nosso prazer. Quando caímos exaustos, suados, ainda entrelaçados, Carolina me beijou o ombro e riu.
— Isso fica entre nós, sobrinho.
E eu, sem fôlego, só consegui assentir. Porque algumas coisas são tão boas que não podem ser contadas.
Conto erótico: O prazer que não espera permissão
Conto erótico: Os contos gays que todo mundo está comentandoConto erótico enviado por Rafael Oliveira
Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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