Conto erótico: Na kombi conheci o melhor motorista

Conto erótico: Na kombi conheci o melhor motorista

Eu estava na beira da estrada costeira, mochila no ombro e o sol queimando a pele. A kombi azul antiga parou devagar. O motorista baixou o vidro e sorriu com aqueles dentes brancos contrastando na pele bronzeada.

Subi sem pensar duas vezes. Ele se chamava Rafael. Tinha uns trinta e cinco anos, braços definidos de quem passa o dia dirigindo e um olhar que já prometia mais que uma simples carona.

A van balançava suave na estrada de terra. O motor ronronava baixo enquanto ele trocava marchas com precisão. Conversamos sobre viagens longas, sobre o vento no rosto e a liberdade de nunca saber onde a noite vai parar. Cada vez que ele virava o volante, os músculos do antebraço ficavam tensos. Eu sentia um calor subir pela barriga só de observar.

Você dirige como se a estrada fosse sua, eu disse baixinho, mordendo o lábio inferior.

Rafael riu grave, sem tirar os olhos do caminho. Aprendi que o segredo é sentir o veículo. Cada curva, cada buraco. Preciso controlar tudo com calma e firmeza.

As palavras dele soaram como um convite. Meu short jeans já estava úmido de suor e de algo mais. Ele percebeu. Diminuiu a velocidade e parou num mirante escondido entre as árvores. O mar brilhava lá embaixo, mas ninguém mais por perto.

Ele desligou o motor. O silêncio caiu pesado, quebrado só pelo barulho das ondas distantes. Virou-se para mim devagar. Seus olhos desceram pelo meu decote fino, pararam nos meus mamilos marcados pela blusa leve.

Posso te mostrar como eu controlo as coisas de verdade?, perguntou, voz rouca.

Eu assenti, coração acelerado. Ele esticou a mão grande e quente, deslizou pelos meus joelhos, subiu pela coxa interna. Meu corpo inteiro arrepiou. Abri as pernas devagar, convidando. Seus dedos encontraram a borda da calcinha molhada e puxaram de lado com calma.

Você já está pronta pra mim, ele murmurou, satisfeito.

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Eu me inclinei e o beijei primeiro. Seus lábios eram firmes, exigentes. A língua entrou devagar, explorando como se tivesse todo o tempo do mundo. Enquanto nos beijávamos, eu abri o botão da calça dele. O pau pulou duro, grosso, veias marcadas pela excitação. Segurei firme, sentindo o calor pulsar na palma.

Rafael gemeu contra minha boca. Puxou minha blusa para cima e abocanhou um mamilo, chupando forte enquanto os dedos entravam em mim. Dois dedos grossos, curvados no ponto certo. Eu rebolava no banco do passageiro, gemendo alto, o cheiro de couro velho da van misturado com nosso suor.

Quero você dentro de mim agora, eu pedi, voz embargada de tesão.

Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que faz. Abriu a porta lateral da kombi e me puxou para o banco de trás. Deitei de costas no colchão improvisado que ele usava para viagens. Rafael tirou o resto da roupa devagar, exibindo o corpo definido, o pau latejando apontado para cima.

Subiu sobre mim. Abri as pernas bem abertas. Ele esfregou a cabeça grossa na minha entrada molhada, provocando. Então empurrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo inteira. Soltei um gemido longo quando senti ele todo dentro.

Começou a mover os quadris com ritmo perfeito, exatamente como dirigia: firme, profundo, sem pressa. Cada estocada fazia a van balançar leve. Eu cravava as unhas nas costas dele, sentindo os músculos trabalharem. O suor escorria entre nossos corpos. Ele acelerou, batendo fundo, a pelve roçando meu clitóris a cada investida.

Goza pra mim, ele ordenou, voz baixa e urgente.

Eu explodi primeiro. O orgasmo me atravessou como uma onda quente, apertando ele lá dentro. Rafael gemeu meu nome e gozou logo depois, pulsando forte, enchendo-me com jatos quentes enquanto eu tremia inteira.

Ficamos ali, ofegantes, abraçados no banco traseiro da kombi. O sol já baixava no horizonte. Ele beijou minha testa com carinho e ligou o motor de novo.

Naquela estrada, eu realmente encontrei o melhor motorista da minha vida.

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Conto erótico enviado por Sofia e Rafael.

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Suellen Gomes

Suellen Gomes é pesquisadora e criadora de conteúdo voltada para o universo da sensualidade, bem-estar sexual e autoestima. À frente do Fetiche em pé, trabalha na desmistificação de fetiches e fantasias, promovendo um diálogo seguro, consensual e informativo sobre a liberdade de expressão corporal. Sua missão é empoderar pessoas através do conhecimento e do respeito aos próprios desejos.

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