
Conto erótico: A noite no Hostel que fiz meu marido gozar sem parar

A chuva batia suave contra as janelas do hostel, um som monótono que embalava a noite. Clara ajustou o travesseiro pela terceira vez, tentando encontrar uma posição que a fizesse esquecer o calor abafado do quarto compartilhado.
O ar condicionado, sempre defeituoso, mais uma vez falhara em sua missão. Ela suspirou, virando-se de lado, e seus olhos encontraram, sem querer, o perfil de Daniel, seu marido, deitado na cama ao lado. Ele lia um livro, a luz amarela da lâmpada de cabeceira criando sombras dançantes em seu rosto sério.
Não era a primeira vez que dividiam um espaço assim. Viagens baratas, aventuras improvisadas, sempre com o mínimo de conforto. Mas naquela noite, algo era diferente. Talvez fosse o cansaço do dia, ou o jeito como a camisa fina de Daniel colava em seu corpo, revelando os contornos que ela conhecia tão bem. Ou talvez fosse o cheiro do sabonete que ele usara no chuveiro, uma fragrância que, de repente, parecia mais intensa.
— Você não vai dormir? — ela perguntou, a voz saíndo mais baixa do que pretendia.
Daniel levantou os olhos do livro, um sorriso leve tocando seus lábios.
— Ainda não. Estou esperando o sono chegar.
Clara mordeu o lábio inferior. Não era uma resposta, mas também não era um convite. A tensão, no entanto, já começava a se instalar, sutil como um fio de seda sendo tecido entre eles.
O barulho de uma porta batendo no corredor fez com que ambos se virassem para o lado. O hostel estava cheio naquela noite, e cada som parecia ecoar mais alto. Clara se aproximou um pouco mais da beirada da cama, como se quisesse reduzir a distância entre eles. Seus dedos, sem querer, roçaram no lençol que os separava. Daniel não se moveu, mas ela notou como seus músculos se tencionaram levemente, como se ele também tivesse sentido o toque fantasioso.
— Você acha que alguém vai reclamar se a gente apagar a luz? — ela perguntou, brincando com a ideia de mergulharem na escuridão.
— Provavelmente — ele respondeu, fechando o livro. — Mas não acho que isso vá nos parar.
Conto erótico: O motel que me transformou em mulherA frase pairou no ar, carregada de possibilidades. Clara sentiu o coração acelerar. Não era um convite direto, mas era o suficiente para que seu corpo começasse a reagir, como se cada célula soubesse o que vinha por aí.
Daniel finalmente desligou a lâmpada. A escuridão foi instantânea, espessa, e por um momento, Clara se sentiu desorientada. Mas então, uma mão quente encontrou a sua debaixo do cobertor. Não foi um gesto apressado, nem um toque insistente. Apenas um contato, como se ele quisesse confirmar que ela ainda estava ali, ao seu lado.
— Você está tensa — ele murmurou, os dedos traçando círculos suaves em sua palma.
— Não mais do que o normal — ela mentiu, sentindo o calor se espalhar por seu braço.
O silêncio que se seguiu foi elétrico. Clara não conseguia ver o rosto de Daniel, mas sentia seu hálito quente contra sua bochecha. Ele se aproximou, devagar, como se temesse que ela pudesse recuar. Quando seus lábios finalmente se encontraram, foi um beijo suave, quase tímido, como se fosse a primeira vez.
Mas não era.
E foi justamente essa familiaridade que fez com que o desejo, até então contido, explodisse entre eles. As mãos de Daniel deslizaram por suas costas, puxando-a para mais perto, e Clara não resistiu. Não havia mais espaço para dúvidas, para hesitações. A noite no hostel, o calor, a proximidade tudo conspirava a favor daquele momento.
Os lençóis se emaranharam em seus corpos, e cada suspiro, cada gemido abafado, era uma promessa de que aquela noite não terminaria tão cedo. Daniel a fez gozar uma, duas, três vezes, como se o tempo não existisse, como se o mundo lá fora não importasse. E quando finalmente se entregaram ao cansaço, foi com a certeza de que, naquela noite, haviam redescoberto um ao outro de uma forma que jamais esqueceriam.
Conto erótico enviado por Marina V.
Conto erótico: O motel que me transformou em mulher
Conto erótico: Turismo que me fez masturbar no matoConteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up







Deixe um comentário