
Conto erótico: Turismo que me fez masturbar no mato

A manhã na trilha era quietas, o ar úmido da mata colava a camisa no corpo de Claudio, enquanto ele ajustava a mochila e observava o mapa. O grupo de turistas seguia em fila, cada um absorvido em seus próprios pensamentos, até que uma voz suave quebrou o silêncio.
— Você acha que vamos encontrar a cachoeira antes do almoço? — Larissa perguntou, aproximando-se com passos leves, os tênis quase não faziam barulho no chão de terra.
Ele levantou os olhos, surpreso pela proximidade. O cheiro de protetor solar misturado a algo doce, como frutas silvestres, invadiu seu espaço. Claudio sentiu o calor subir pelo pescoço, mas manteve a voz firme.
— Depende do ritmo. Se a gente não parar para admirar cada folha, talvez.
Ela riu, um som baixo e melódico, e os olhos castanhos brilharam com um desafio implícito.
— Admirar a paisagem faz parte da viagem, não acha?
Os dedos dela roçaram, sem querer, no braço dele ao apontar para uma árvore. Claudio sentiu a pele formigar. O toque foi rápido, mas suficiente para acender algo que ele não soube nomear.
O sol subia, e a trilha ficava mais estreita. Larissa agora caminhava à sua frente, o balanço dos quadris sob o tecido fino da calça de trekking era hipnótico. A cada curva, ela olhava para trás, como se verificasse se ele ainda estava ali. Os olhares se cruzavam, e a cada vez, Claudio sentia o ar faltar por um segundo a mais.
— Cuidado com a raiz — ela avisou, estendendo a mão para segurar o braço dele quando ele tropeçou.
Conto erótico: O atrito do desejoOs dedos dela eram quentes, firmes. Ele não se afastou. Em vez disso, deixou a mão dela deslizar até a sua palma, como se fosse o movimento mais natural do mundo.
— Obrigado — murmurou, a voz mais rouca do que pretendia.
— De nada — ela respondeu, mas não soltou a mão. — A gente precisa se ajudar por aqui.
A cachoeira finalmente apareceu, um rugido distante que foi ficando mais alto a cada passo. O grupo parou para descansar, e Larissa sugeriu explorar um trecho mais isolado, onde a água formava uma piscina natural. Claudio não hesitou em segui-la.
O som da água abafava tudo, menos a respiração acelerada dela quando ele a ajudou a descer uma rocha escorregadia. As mãos dele na cintura dela, os corpos quase colados. Larissa virou o rosto, e os lábios dela roçaram, sem pressa, no pescoço dele.
— Acho que a gente se perdeu — ela sussurrou, mas o tom era brincalhão, cheio de promessas.
— Ou a gente encontrou o que não estava procurando — Claudio respondeu, sentindo o controle da situação escorregar entre os dedos, como areia.
Os olhos dela encontraram os dele, e dessa vez não houve desvio. A tensão entre eles era tão espessa que dava para cortar com uma faca. Larissa mordeu o lábio inferior, e Claudio soube que não haveria volta.
Conto erótico enviado por Marina Vilela
Conto erótico: O atrito do desejo
Conto erótico: No carro ele ganhou o melhor boqueteConteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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