
Conto erótico: No carro ele ganhou o melhor boquete

Eu tinha 26 anos e sabia exatamente como transformar uma simples volta para casa em algo inesquecível. Meu parceiro, um homem forte de 29 anos chamado Lucas, dirigia o carro pela estrada escura depois de um jantar romântico. O motor ronronava baixo enquanto as luzes da cidade ficavam para trás. Eu sentia aquele calor familiar crescer entre as pernas só de olhar para ele.
A mão dele descansava na marcha. Eu me inclinei devagar, sem pressa, e deixei meus dedos subirem pela coxa firme. Ele respirou fundo, mas manteve os olhos na pista.
Você está me provocando de novo, disse com a voz rouca.
Eu sorri e abri o zíper com cuidado. O tecido cedeu e o pau dele saltou livre, já duro e quente na minha palma. Eu adorei sentir o peso, a pulsação contra minha pele.
Só relaxa e dirige por enquanto, respondi baixinho, aproximando o rosto.
O cheiro dele me invadiu, masculino e viciante. Eu lambi a cabeça devagar, circulando a língua na ponta sensível. Ele gemeu baixo, apertando o volante. O carro reduziu a velocidade enquanto ele buscava um acostamento vazio. Assim que paramos, desligou o motor e inclinou o banco um pouco.
Agora você é toda minha boca, murmurou, passando os dedos no meu cabelo.
Eu não esperei mais. Abri os lábios e engoli ele inteiro, sentindo a grossura preencher minha garganta. Subi e desci ritmado, usando a língua para acariciar cada veia saliente. Minhas mãos trabalhavam na base, apertando leve enquanto eu chupava com fome. O som molhado ecoava no silêncio do carro. Ele arqueava os quadris, mas eu controlava o ritmo, prolongando o prazer.
Conto erótico: Na kombi conheci o melhor motoristaPorra, você faz isso tão bem, gemeu ele, a voz falhando.
Eu acelerei, sugando mais fundo, sentindo as bolas pesadas contra meu queixo. O gosto salgado da pré-gozo me excitava ainda mais. Eu queria dar o melhor boquete da vida dele, daqueles que ficam na memória para sempre. Meus lábios apertavam, a língua girava, e eu olhava para cima para ver o rosto dele contorcido de desejo.
Ele segurou meu cabelo com força, mas nunca rude, só o suficiente para mostrar que estava no limite. O carro balançava leve com os movimentos. Meu corpo inteiro ardia, a calcinha molhada só de imaginar o momento final.
Goza pra mim, sussurrei rápido antes de voltar a engolir tudo.
Ele explodiu com um gemido rouco, jatos quentes enchendo minha boca. Eu engoli cada gota, sem parar de chupar até ele tremer inteiro, esgotado e satisfeito. Limpei os lábios com a língua e subi para beijar o pescoço dele, sentindo o coração bater forte.
Você acabou de me destruir, disse ele, ainda ofegante, puxando meu rosto para um beijo profundo.
Eu sorri contra a boca dele, orgulhosa do prazer que entreguei. Naquela noite, dentro do carro parado na estrada escura, ele realmente ganhou o melhor boquete da vida.
Conto erótico enviado por Sofia para Lucas.
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Conto erótico: A noite no hostel que fiz meu marido gozar sem pararEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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