
Conto erótico: A noite de desejos entrelaçados

Aquela noite começou como qualquer outra. O som da chuva batendo na janela, o cheiro de café fresco e o silêncio que só existe quando a cidade dorme. Eu não planejava nada, juro. Mas às vezes as coisas simplesmente acontecem, como se o universo tivesse um roteiro que a gente não consegue ler de antemão.
Estava no sofá, lendo um livro que não conseguia me prender, quando ele chegou. O Daniel, meu vizinho de porta, com aquele sorriso que sempre me fazia esconder o rosto atrás de uma xícara de chá. "Vim te devolver o sal que peguei emprestado semana passada", ele disse, segurando o saquinho como se fosse uma desculpa para estar ali. Eu ri, porque sal não se devolve, mas não falei nada. Apenas o convidei para entrar, e foi aí que tudo mudou.
Ele sentou no sofá, tão perto que eu podia sentir o calor do corpo dele. A conversa foi fluindo, leve, até que nossos olhares se encontraram por um segundo a mais do que o normal. Senti um frio na barriga, uma mistura de medo e vontade. O que eu estou fazendo? Pensei. Mas não parei. Não quis parar.
Conto erótico: O beijo grego que me fez gozarAs mãos dele tocaram a minha, e foi como um raio. Não foi planejado, não foi pensado, foi só... certo. A gente se beijou, devagar no começo, como se estivéssemos testando a água. Depois, foi como se não houvesse mais tempo a perder. As roupas caíram no chão, a respiração ficou ofegante, e cada toque era uma descoberta. Eu nunca tinha me sentido tão viva, tão desejada, tão... livre.
Mas, no fundo, tinha um pensamentozinho chato: E amanhã? A gente morava no mesmo prédio, ia se esbarrar no elevador, na portaria, no mercado. E se fosse estranho? E se a gente se arrependesse? Mas, naquele momento, nada disso importava. Só importava o aqui e o agora, o jeito que ele me olhava, como se eu fosse a única coisa que existia no mundo.
A noite virou madrugada, e a madrugada virou um segredo que a gente não sabia se ia guardar ou contar. Quando ele foi embora, fiquei olhando para o teto, com um sorriso bobo no rosto e uma dúvida no coração. Não me arrependi. Não mesmo. Mas confesso que fiquei com medo de como seria o amanhã.
Conto erótico: O beijo grego que me fez gozar
Conto erótico: Quando ele gozou na minha pernaConto erótico enviado por Marina V.
Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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