
Conto erótico: O beijo grego que me fez gozar

A primeira vez que a gente se beijou foi no meio da cozinha, entre o cheiro de café queimado e o barulho da torneira pingando. Eu não planejava nada daquilo, juro. Só estava lá, lavando a xícara que ela tinha usado de manhã, quando ela encostou em mim por trás, os braços rodeando minha cintura. Senti o calor do corpo dela através da camisa fina, e algo dentro de mim já começava a tremer.
— Você sempre demora tanto pra lavar uma xícara? — ela murmurou, o hálito quente no meu pescoço.
Eu ri, nervosa, e virei o rosto pra encará-la. Mas não foi um beijo normal, não. Ela segurou meu queixo, inclinou minha cabeça pra trás e, em vez de me beijar na boca, encostou os lábios bem devagar no meu pescoço, logo abaixo da orelha. Um arrepio desceu pela minha coluna. Não era só o toque, era a intenção. Era como se ela soubesse exatamente o que aquilo ia fazer comigo.
E fez.
A língua dela traçou um caminho molhado até a base do meu pescoço, e eu fechei os olhos, segurei a pia pra não cair. Não era justo. Não era justo que um simples beijo grego me deixasse tão molhada, tão desesperada. Eu queria virar, agarrar ela, mas ao mesmo tempo não queria que parasse.
Conto erótico: Quando ele gozou na minha perna
Teste editorial • 5 perguntas
Como você reagiria a uma história como essa?
Todo conto provoca uma reação diferente. Alguns leitores entram na história pela curiosidade, outros pela tensão, pela descoberta ou pela narrativa. Responda às cinco perguntas e descubra qual perfil de leitor mais combina com você. Sim, até sua curiosidade pode ser classificada. A ciência agradece.
Pergunta 1 de 5
Resultado do teste
Nunca. A mão dela escorregou pra dentro da minha calça, os dedos encontrando o que já estava pronta há minutos, e eu gemer, morda o lábio, tentava não fazer barulho. Mas não adiantava.
Quando gozei, foi com as pernas trêmulas, os dedos dela ainda me tocando, devagar, como se quisesse prolongar cada segundo. E o pior é que eu não consegui nem olhá-la nos olhos depois. Fiquei ali, encostada na pia, com vergonha do que tinha acabado de acontecer. E ao mesmo tempo, com uma vontade louca de que acontecesse de novo.
Conto erótico enviado por Marina V.
Conto erótico: Quando ele gozou na minha perna
Conto erótico: Tesão equatorial em Amapá e a mulher fogosaConteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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