
Conto erótico: Noite de prazer virtual

A tela do meu notebook brilhava no escuro do quarto, iluminando meu rosto com uma luz azulada. Meus dedos tremiam ligeiramente sobre o teclado enquanto aguardava a conexão. Já eram quase duas da manhã, e o sono não vinha. O que eu queria mesmo era outra coisa.
Finalmente, o sinal verde apareceu. Lucas estava online.
Pronta para nossa noite? digitou ele.
Um sorriso se formou em meus lábios. Sempre.
Lucas e eu nos conhecemos há seis meses em um fórum de literatura. O que começou como discussões sobre livros rapidamente evoluiu para algo mais intenso, mais pessoal. Mais quente.
Feche os olhos, ele escreveu. Imagine que estou aí com você.
Fechei. A imaginação fez o resto. Senti o peso de seu corpo na cama ao meu lado, o calor familiar de sua pele.
O que você está vestindo?, perguntei, os dedos já deslizando sobre a pele de minhas coxas.
Uma camisa de botão. E você?
Um vestido de seda. Azul. Bem justo no lugar certo.
Houve uma pausa. Imagino o sorriso dele do outro lado da tela.
Devagar, tire o vestido, ele instruiu. Primeiro a alça esquerda, depois a direita.
Meus dedos obedeceram. A seda deslizou pela pele como uma carícia prolongada. Cada movimento era deliberado, pensado para maximizar a sensação.
Agora o sutiã, continuou Lucas. Mas com os dentes.
Ri. Ele sempre adorava esses desafios. Inclinei o tronco, alcançando o fecho. O metal frio contra meus dentes contrastava com o calor crescente entre minhas pernas.
Seus seios estão duros?, perguntou.
Confirmei, os dedos já tocando os bicos erectos. A resposta veio imediatamente na forma de uma mensagem de áudio. O som da respiração ofegante de Lucas fez meu corpo vibrar.
Continue, ele sussurrou. Toque-se para mim.
Conto erótico: Noite de prazer entre trêsMinha mão desceu lentamente pelo abdômen. Os pelos púbicos macios sob meus dedos. O calor úmido esperando. Um dedo deslizou entre os lábios, encontrando o clitóris pulsante.
Ah, escapei, sem querer.
Gosta?, Lucas perguntou, sua voz mais rouca agora.
Adoro.
O ritmo aumentou. Um dedo, depois dois. Movimentos circulares, pressão variada. Meus quadris começaram a se mover sozinhos, buscando mais.
Adiciona mais um dedo, ele comandou.
Obedeci. A sensação de preenchimento fez meu arrepio. Meus pensamentos se tornaram fragmentados, focados apenas no prazer que se construía.
Mais rápido, Lucas pediu. Quero ouvir você gozar.
Meus dedos trabalharam com urgência agora. O clitóris inchado, a vagina contraindo. O orgasmo se aproximava como uma onda, inevitável e poderosa.
Lucas, gemi, seu nome um mantra em meus lábios.
Vem, amor. Vem pra mim.
A onda quebrou. Meu corpo arqueou, as pernas tremendo. Um grito abafado contra o travesseiro. As contrações me sacudiram, uma após outra, até que finalmente caí exausta na cama.
Por alguns momentos, apenas o som de minha respiração ofegante preencheu o silêncio.
Incrível, Lucas finalmente escreveu. Você foi linda.
Você também, respondi, o sorriso retornando ao meu rosto. Até amanhã?
Conto as horas.
Desliguei o notebook, o quarto mergulhando novamente na escuridão. Mas agora eu não estava mais sozinha. O calor de Lucas permanecia em minha pele, em minha memória. E sabia que, mesmo a quilômetros de distância, tínhamos acabado de compartilhar algo profundamente real.
Conto erótico enviado por Marcos e Sofia.
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