
Conto erótico: Contos gays que fazem qualquer um perder o controle

A primeira vez que o vi, foi em um bar discreto no centro de São Paulo, onde a luz ambarada descia como mel sobre os corpos. Ele estava sozinho, encostado no balcão, os dedos longos brincando com o copo de uísque. A camisa preta colada ao torso delineava cada curva de seus músculos, e o modo como os lábios se moviam ao falar com o bartender me fez esquecer do meu próprio nome.
Não era apenas a beleza, mas a aura de controle que ele exalava. Como se soubesse exatamente o que queria e como obtê-lo. Eu, que sempre me orgulhei de minha autoconfiança, me senti desarmado. O ar entre nós ficou pesado, carregado de uma tensão que não precisava de palavras para ser compreendida.
Ele se chamava Daniel. A voz, quando finalmente quebrou o silêncio, era grave, com um tom que ressoava direto na minha pele.
— Você tem olhado para mim há vinte minutos, ou eu que estou imaginando coisas? — ele perguntou, virando-se para mim com um sorriso que era mais um convite do que uma pergunta.
— Talvez os dois — respondi, sem desviar o olhar.
Daniel ri, um som baixo e sensual, e fez um gesto para que eu me aproximasse. O cheiro dele era uma mistura de colônia amadeirada e algo mais, algo primal, que me fez apertar os dedos em torno do meu copo com força.
— Você não é de muitas palavras, não é? — ele murmurou, tão perto que senti o calor do seu hálito no meu pescoço.
— Não quando não são necessárias — respondi, sentindo o meu corpo reagir à proximidade dele.
A mão dele escorregou pelo meu braço, os dedos traçando um caminho lento e deliberado até a minha nuca. Um arrepio percorreu a minha coluna, e eu soube, naquele momento, que a noite não terminaria ali.
— Vamos dar uma volta — ele propôs, e eu não hesitei.
A rua estava úmida pela chuva que caíra mais cedo, e o ar fresco contrastava com o calor que sentia por dentro. Daniel me guiou por becos estreitos, onde as luzes da cidade mal penetravam, até chegarmos a um prédio antigo, com uma porta de madeira escura. Ele tirou uma chave do bolso e a girou na fechadura com uma naturalidade que me fez questionar quantas vezes já tinha feito aquilo.
Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosaO apartamento era o que eu imaginava: minimalista, com móveis escuros e um sofá de couro que brilhava sob a luz fraca de um abajur. Assim que a porta se fechou, Daniel me empurrou contra ela, o corpo dele pressionando o meu com uma urgência que me roubou o fôlego.
— Você sabe o que quer? — ele perguntou, os lábios roçando os meus, mas sem me beijar.
Eu não respondi com palavras. Em vez disso, levantei a mão e puxei o cabelo dele, forçando nossos lábios a se encontrarem. O beijo foi quente, voraz, uma batalha de línguas e dentes que me deixou tonto. As mãos de Daniel desceram pelo meu corpo, arrancando a camisa do meu calça, a pele dele queimando a minha a cada toque.
O quarto ficava no final de um corredor estreito. A cama, grande e desarrumada, parecia nos chamar. Daniel me empurrou para cima dela, e eu caí de costas, olhando para ele enquanto ele tirava a camisa, revelando um torso esculpido que brilhava sob a luz fraca. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, os dedos trabalhando no meu cinto, e eu arqueei as costas quando a boca dele finalmente me alcançou.
Cada movimento era uma tortura deliciosa. Os lábios dele, a língua, os dentes, tudo era calculado para me levar ao limite. Eu gemia, os dedos enterrados nos lençóis, enquanto ele explorava cada centímetro do meu corpo como se fosse um mapa que precisava memorizar.
Quando finalmente ele se deitou sobre mim, pele contra pele, o calor entre nós era insuportável. O primeiro empurrão foi lento, deliberado, como se ele quisesse saborear cada segundo. Mas logo o ritmo se tornou frenético, os nossos corpos movendo-se em sincronia, suados e ofegantes.
O clímax veio como um raio, intenso e avassalador. Gritei o nome dele, as unhas cravadas nas costas dele, enquanto o mundo ao meu redor explodia em luzes brancas. Daniel não demorou a seguir, o corpo tremendo contra o meu, o suor escorrendo entre nós.
Ficamos ali, entrelaçados, por longos minutos, a respiração aos poucos voltando ao normal. Ele se levantou, me puxando para perto de si, e eu me aninhei contra o peito dele, ouvindo o batimento acelerado do coração.
— Acho que você me deve um drinque — ele murmurou, beijando o topo da minha cabeça.
Eu ri, exausto, mas satisfeito.
— Acho que você me deve muito mais do que isso.
Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosa
Conto erótico: Historias gays longas que te envolvem por horasConto erótico enviado por Rafael Oliveira
Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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