Conto Erótico: Madrinha safadinha e o segredo do vestido

Conto Erótico: Madrinha Safadinha e o Segredo do Vestido

O vestido da minha madrinha, Carla, era um convite ao pecado. Preto, de cetim, escorria pelo seu corpo como um segundo pele, parando bem no meio das coxas. Eu, com meus vinte e dois anos, já não era mais o menino que ela carregava no colo.

E aquele olhar que trocamos durante o brinde do meu aniversário… aquilo não era coisa de família.

Todos foram embora, a festa acabou, e eu ficava arrumando a bagunça na cozinha, o corpo ainda elétrico, a mente ocupada com a imagem dela. Foi quando a ouvi descer as escadas, seus saltos altos ecoando no silêncio da casa.

“Preciso de uma ajuda, querido.”

Sua voz era um mel, doce e densa. Ela estava parada na sala, de costas para mim, a mão tentando alcançar o zíper do vestido que descia pelas suas costas nuas.

“O zíper… travou,” ela disse, lançando um olhar por cima do ombro. Um olhar que não pedia apenas ajuda. Desafiava.

Engoli seco. “Eu… eu ajudo.”

Minhas mãos tremiam levemente quando me aproximei. O calor do corpo dela chegava até mim antes mesmo do toque. Coloquei os dedos no puxador metálico, tentando ignorar a extensão de pele nua que se revelava à minha frente.

A coluna era um vale perfeito, levando meu olhar direto para as curvas que se escondiam sob o tecido. Senti o aroma do seu perfume, algo amadeirado e perigoso, invadindo meus sentidos.

O zíper cedeu com um ruído suave, mas em vez de se afastar, Carla deixou o vestido escorregar lentamente dos ombros, parando na cintura. Ela não usava sutiã. Suas costas eram totalmente nuas, fortes e elegantes.

“Obrigada,” ela sussurrou, virando-se para me encarar.

Seus seios, firmes e perfeitos, estavam agora a centímetros do meu rosto. A respiração dela era acelerada. A minha, então, estava um caos.

“Carla, eu…” as palavras morreram na minha garganta.

Ela colocou um dedo sobre meus lábios, silenciando-me. Seus olhos escuros brilhavam com uma mistura de malícia e desejo puro.

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“Chega de joguinhos, Miguel. Você é um homem agora. E eu… bem, eu estou cansada de ser só sua madrinha.”

Aquilo foi o estopim. Enterrei meus dedos nos seus cabelos escuros e puxei seu rosto para o meu. O beijo não foi doce. Foi desesperado, voraz. Um encontro de línguas e dentes, de anos de tensão reprimida explodindo de uma vez. Suas mãos agarravam minha nuca, suas unhas cravando-se levemente na minha pele.

Empurrei-a contra a parede, o corpo dela moldando-se ao meu. Meus lábios desceram pelo seu pescoço, beijando, mordiscando, enquanto minhas mãos apertavam seus seios, meus polegares roçando seus mamilos já endurecidos. Ela arqueou as costas, um gemido baixo escapando de sua garganta.

“Sim… assim,” ela ofegou, as mãos abrindo meu cinto com uma urgência que me deixou louco.

Em segundos, estávamos nus no sofá grande da sala, a luz fraca do abajur iluminando nossos corpos entrelaçados. Eu a adorava com a boca, beijando cada centímetro da sua pele, provando o sal do seu suço no vale entre seus seios, na suavidade da sua barriga.

Quando desci mais, separando suas pernas, ela gemeu alto, seus dedos se enroscando nos meus cabelos.

“Não para,” ela suplicou, e sua voz era uma ordem, uma prece.

Eu não parei. Senti o sabor único dela na minha língua, enquanto ela se contorcia sob mim, seus quadris acompanhando o ritmo que eu estabelecia. A casa estava em silêncio, só o som dos nossos gemos, ofegantes e úmidos, preenchendo o ar.

Quando senti que ela estava à beira do abismo, subi, alinhando meu corpo sobre o dela. Nossos olhos se encontraram. Havia um acordo tácito ali, um consentimento ardente. Ela guiou-me para dentro dela, e o gemo que saiu de ambos foi de pura conquista.

Era quente, apertado, intenso. Cada movimento era uma descoberta, cada empurrão mais fundo uma afirmação daquela nova realidade. Ela me envolvia com as pernas, puxando-me para mais perto, seus sussurros sujos na minha orelha alimentando o fogo que consumia meus sentidos.

O ritmo era frenético, primal. A madeira do sofá rangia em protesto, mas nós éramos o único som que importava.

A pressão dentro de mim cresceu como uma maré, incontrolável. Um último empurrão, fundo, e eu explodi dentro dela, ao mesmo tempo que seu corpo era sacudido por um orgasmo violento, seus gritos abafados contra meu ombro.

Ficamos deitados ali, ofegantes, suados, nossos corpos ainda unidos. O vestido preto, agora um amontoado no chão, era a única testemunha do nosso segredo. Ela virou a cabeça, seus lábios formando um sorriso safado e satisfeito.

“Feliz aniversário, querido,” ela sussurrou, e eu soube que nada entre nós seria como antes. E eu não queria que fosse.

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Conto erótico enviado por Cristina.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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