
Conto erótico: O padrinho proibido que me dominou

O ar no apartamento do meu padrinho, Rafael, estava pesado, doce e carregado de tudo que não tínhamos dito. Eu, Ana, tinha acabado de fazer 22 anos, e a festa tinha acabado há horas. Ele, com seus 40 anos bem vividos no corpo, era meu refúgio desde que meus pais morreram. Era meu porto seguro. Até aquele momento.
Eu estava no sofá, enrolada num cobertor, fingindo assistir a um filme que nenhum de nós via. Ele, na poltrona oposta, me observava com um olhar que eu nunca tinha visto antes. Não era o olhar de um padrinho. Era o olhar de um homem.
— Ana — sua voz, normalmente suave, estava rouca. — Chega de fingir.
Meu coração parou, e então disparou. O ar escapou dos meus pulmões. Ele se levantou, movimentos lentos e deliberados de predador, e veio se sentar na minha frente, no sofá. A perna dele pressionou contra a minha, mesmo através do tecido, era como um choque.
— Fingir o quê? — sussurrei, minha voz trêmula.
— Que você não sente isso. — A mão dele, grande e quente, veio até o meu rosto, os dedos acariciando minha mandíbula. A pele dele era áspera, mas o toque era incrivelmente suave. — Que eu não vejo o desejo nos seus olhos toda vez que você pensa que eu não estou olhando.
Eu não consegui negar. Não quando seu polegar deslizou sobre meu lábio inferior, abrindo minha boca levemente. Um calafrio percorreu minha espinha.
— Rafael… é errado.
— O único erro seria ignorar o que estamos sentindo — ele respondeu, seu rosto agora a centímetros do meu. Seu hálito cheirava a uísque e menta. Era intoxicante. — Você é uma mulher, Ana. E eu sou um homem que não aguenta mais te desejar em segredo.
E então, ele fechou a distância.
O beijo não foi gentil. Foi possessivo, urgente, uma afirmação de tudo que estava reprimido há anos. Seus lábios dominaram os meus, sua língua invadiu minha boca com uma confiança que me fez derreter. Eu gemi, minhas mãos subindo para seus cabelos, puxando-o para mais perto.
O cobertor caiu, e suas mãos encontraram a curva da minha cintura, puxando meu corpo contra o dele no sofá. Eu conseguia sentir cada músculo duro de seu torso, e o volume firme e insistente de sua ereção pressionando minha coxa.
— Eu sempre imaginei como você saberia beijar — ele rosnou contra minha boca, suas mãos descendo para meu quadril, puxando-me para sentar sobre ele.
— E como é? — respirei, ofegante, roçando-me contra o jeans áspero dele, sentindo a tensão crescer na minha virilha.
— Melhor que qualquer fantasia — ele sussurrou, e suas mãos encontraram a barra do meu vestido, subindo, subindo, até que seus dedos nu tocaram a pele das minhas coxas.
Ele me virou de costas para ele no sofá, seu corpo quente e pesado cobrindo o meu. Sua boca encontrou meu pescoço, mordiscando, sugando, marcando território enquanto suas mãos subiam o vestido. Quando seus dedos tocaram a renda da minha calcinha, eu arquei.
— Por favor — supliquei, já perdida em um mar de necessidade.
Conto erótico: O sabor da proibiçãoEle não fez rodeios. Sua mão deslizou para dentro da minha calcinha, e seus dedos encontraram meu centro, encharcado e latejante.
— Deus, Ana — ele gemeu no meu ouvido. — Toda essa umidade… é para mim?
Eu só consegui balbuciar um “sim” quando dois dedos dele deslizaram para dentro de mim, enchendo-me de uma forma que fez meus olhos rolaram para trás. Seu polegar encontrou meu clitóris, circulando com uma pressão perfeita e experiente.
Era invasivo, era delicioso, era tudo que eu não sabia que precisava. Meus quadris começaram a se mover no ritmo que seus dedos ditavam, gemidos escapando dos meus lábios.
— Quero te ver — ele ordenou, sua voz um comando baixo. Ele me virou de bruços, puxou meu quadril para cau e puxou meu vestido até a cintura. A calcinha de renda foi puxada para o lado, e eu me senti completamente exposta, vulnerável e ardente de desejo.
— Rafael… — gemi, meu rosto enterrado no almofadão do sofá.
A resposta dele foi a língua. Ele se ajoelhou no chão e enterrou o rosto entre minhas nádegas, sua língua larga e quente lambendo-me, explorando-me com uma devoção que me fez gritar. Ele me segurou pelos quadris, imobilizando-me enquanto sua boca trabalhava em mim, bebericando, sugando, levando-me à beira do abismo com uma habilidade devastadora.
Quando eu estava à beira do orgasmo, tremendo incontrolavelmente, ele parou. Eu soltei um grunhido de frustração.
— Por dentro — eu supliquei, olhando para trás sobre o ombro. — Agora. Por favor.
Seus olhos escuros brilhavam com triunfo e desejo puro. Eu ouvi o som do zíper dele abrindo, o raspar do jeans. E então, a ponta quente e úmida de seu pau pressionou minha entrada. Ele entrou com um único, profundo e lento empurrão que me fez gritar e prender as unhas no sofá.
Ele me encheu completamente, alongando-me, preenchendo cada espaço vazio.
Ele começou a se mover, um ritmo lento e profundo que rapidamente se tornou selvagem e descontrolado. Cada investida dele acertava um ponto dentro de mim que fazia as luzes dançarem na frente dos meus olhos. O som da nossa pele se batendo enchia o quarto, junto com nossos gemos e ofegos.
— É minha — ele rosnou, suas mãos segurando meus quadris com força, marcando a pele. — Finalmente.
— Sua — eu confirmei, meu corpo tensionando, meus músculos contraindo em volta dele. — Só sua!
O orgasmo me atingiu como um trem, um turbilhão de puro êxtase que me fez gritar seu nome. Sentir ele explodir dentro de mim, seu corpo tremendo contra o meu, seu gemo rouco no meu ouvido, foi a confirmação final. Não éramos mais padrinho e afilhada.
Éramos apenas um homem e uma mulher, incendiados por um desejo que finalmente havíamos deixado consumir-nos.
Conto erótico enviado por Camila.
Conto erótico: O sabor da proibição
Conto erótico: A presa que virou a caçadoraEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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