
Conto erotico gay que vai te deixar louco de tesão agora

A primeira vez que senti o calor da pele dele contra a minha foi num silêncio que parecia ter sido feito pra gente. O ar condicionado do quarto lutava contra o suor que brotava das minhas costas, mas nada naquela noite era suficiente para esfriar o que crescia entre nós. Ele chegou sem aviso, com a desculpa de que precisava de um lugar pra passar a noite depois de uma briga besta com o namorado. E eu, besta, abri a porta.
Ele sentou na ponta da cama, os dedos tamborilando na coxa, os olhos vidrados no chão. Eu fiquei encostado na parede, tentando decifrar o que aquele silêncio pesado queria dizer. Não era a primeira vez que ele dormia ali, mas era a primeira vez que eu olhava para a nuca dele e sentia vontade de enterrar os dentes. A camiseta larga escorregava do ombro, revelando a curva do trapézio, e eu precisei desviar o olhar antes que ele percebesse o que a minha respiração já denunciava.
Ele levantou a cabeça e me encarou. Os olhos castanhos tinham um brilho úmido, mas não era tristeza. Era fome. A mesma fome que eu tentava esconder há meses, desde o dia em que ele encostou em mim num corredor apertado e eu senti o cheiro do sabonete dele misturado ao suor. Desde então, toda vez que ele ria, eu imaginava o som daquele riso abafado contra o meu peito. Toda vez que ele passava a mão no cabelo, eu pensava em como seria sentir aqueles dedos na minha nuca.
Ele se levantou devagar, como quem calcula cada movimento. Deu dois passos na minha direção e parou. A distância entre a gente era pequena, mas parecia intransponível. Até que ele estendeu a mão e tocou meu rosto. A palma quente, os dedos trêmulos, a respiração presa. Eu não me mexi. Queria que ele soubesse que a decisão era dele, que eu estava ali inteiro, esperando o sinal.
O sinal veio quando ele inclinou a cabeça e encostou a testa na minha. O contato foi tão leve que parecia um sonho, mas a realidade veio logo depois, quando ele mordeu o lábio inferior e sussurrou: "Me beija como se fosse a última vez."
Eu não precisei de mais nada. Minha mão encontrou a nuca dele, os dedos se enroscaram nos fios macios, e eu puxei a boca dele contra a minha. O beijo começou devagar, quase investigativo, como se a gente estivesse aprendendo os contornos um do outro. Mas a língua dele encontrou a minha e o mundo desabou. Tudo virou urgência. As mãos dele agarraram minha camisa, puxaram o tecido para cima, e eu senti a unha dele arranhar minha barriga enquanto a boca dele descia para o meu pescoço.
A mordida na junção do ombro com o pescoço me fez gemer baixo, e aquele som pareceu dar permissão para ele avançar mais. Ele me empurrou contra a parede, o corpo colado no meu, e eu senti cada centímetro da ereção dele contra a minha coxa. Não havia mais espaço para dúvidas. Minha mão desceu pelas costas dele, apertou a curva da cintura, deslizou até o cós da calça jeans e puxou o corpo dele contra o meu com mais força.
Ele riu contra a minha boca, um riso rouco, molhado. "Você é um desastre", ele sussurrou, e eu respondi com outra mordida no lábio dele.
A cama ficou para trás quando ele me guiou até ela, os dois tropeçando nas próprias pernas, as roupas se desfazendo pelo caminho. A camiseta dele foi parar no chão, a minha foi logo atrás. Quando ele ficou nu diante de mim, a luz do poste entrando pela fresta da cortina desenhava sombras nas curvas do corpo dele. O peito liso, a linha de pelos descendo pela barriga, a ereção dura e inclinada contra o abdômen. Eu olhei e senti a boca seca.
Ele se ajoelhou na cama e puxou o meu corpo para perto. A boca dele encontrou o meu peito, a língua desenhou círculos em volta do mamilo, os dentes arranharam a pele. Minha mão enterrou nos cabelos dele, puxou, guiou. Ele entendeu o recado e desceu mais, a boca quente traçando um caminho molhado até a minha barriga. O ar condicionado gelava a pele onde a saliva passava, e o contraste era quase doloroso de tão bom.
Quando a boca dele envolveu o meu pau, eu arquei as costas e segurei o lençol com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Ele sabia exatamente o que fazer, a pressão certa, o ritmo certo, o olhar erguido para me encontrar enquanto a cabeça dele se movia. Cada vez que ele deslizava até o fundo, eu sentia a garganta dele contra a ponta, e um som gutural escapava da minha boca sem controle.
"Para", eu consegui dizer, a voz falhando. "Se você continuar, eu vou..."
Conto erótico: Quando ela toca meus pésEle parou, mas não recuou. Subiu devagar pelo meu corpo, a pele quente suada contra a minha, e sussurrou no meu ouvido: "Eu quero você dentro de mim."
Eu virei ele na cama com um movimento brusco, as mãos firmes na cintura, a boca mordendo a curva das costas dele enquanto ele se ajoelhava de frente para o travesseiro. O cheiro dele era intenso, o suor misturado ao perfume que ele usava, e eu aspirei fundo antes de molhar os dedos no lubrificante que sempre ficava na gaveta, esperando por um momento como aquele.
O primeiro toque fez ele tremer. O segundo fez ele gemer meu nome. Quando entrei nele, devagar, centímetro por centímetro, senti os músculos dele se contraindo ao meu redor, apertando, cedendo, recebendo. Fiquei imóvel por um instante, só sentindo o calor, a pressão, a realidade daquele corpo que eu tanto desejei.
Ele moveu o quadril para trás, um convite mudo. E eu aceitei.
O ritmo começou lento, profundo, cada estocada acompanhada de um gemido abafado no travesseiro. Minha mão deslizou pela barriga dele, encontrou o pau duro e começou a acariciar no mesmo compasso das minhas investidas. Ele gemia mais alto, o corpo arqueado, a cabeça jogada para trás. Eu via os olhos dele semicerrados, a boca entreaberta, a língua molhando o lábio inferior.
Aumentei o ritmo, e ele correspondeu. O som dos corpos se encontrando preenchia o quarto, misturado à respiração ofegante e aos sussurros desconexos que saíam da boca dele. "Por favor", ele pedia, sem saber o que queria exatamente. "Não para", ele suplicava, as mãos apertando o travesseiro.
Eu virei ele de costas, as pernas dele envolvendo a minha cintura, e mergulhei fundo mais uma vez. Dessa vez, pude ver cada expressão. Os olhos arregalados, os lábios tremendo, o peito subindo e descendo rápido. Minha mão apertou o quadril dele, a outra segurou o rosto dele, e eu beijei a boca enquanto continuava o movimento.
A respiração dele ficou curta, os olhos reviraram, e eu senti o corpo dele inteiro se contrair num orgasmo que parecia vir da alma. O calor do esperma dele entre os nossos corpos, a contração rítmica ao redor do meu pau, a forma como ele disse meu nome num fôlego só... isso foi o bastante para me levar junto.
O mundo parou por alguns segundos. Depois, o peso dele contra o meu peito, a respiração descompassada, a mão dele deslizando pelas minhas costas. Ficamos assim, suados, exaustos, silenciosos. O ar condicionado voltou a fazer barulho, e eu sorri contra o cabelo dele.
"Foi a última vez?", ele perguntou, a voz rouca, os olhos cansados.
Eu beijei a testa dele e respondi: "Foi a primeira de muitas."
Conto erótico enviado por Rafael Mendes
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Conto erótico: Confissões secretas de histórias gaysConteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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