
Conto erótico: Fantasias gays no silêncio da noite

O relógio marcava quase três da manhã. O apartamento estava mergulhado em uma quietude absoluta, quebrada apenas pelo som ritmado dos meus dedos batendo nas teclas do notebook. A luz pálida da tela iluminava o rosto de Gabriel, que estava sentado na outra ponta do sofá, concentrado em um livro qualquer. Estávamos trabalhando nesse projeto há semanas, e as madrugadas haviam se tornado nossa rotina.
A temperatura caiu um pouco. O silêncio da noite parecia amplificar cada pequeno ruído. Gabriel fechou o livro com um suspiro suave e espreguiçou-se, esticando os braços longos. A camiseta dele subiu ligeiramente, revelando uma faixa de pele dourada que me fez perder o fio do pensamento por um segundo. Voltei os olhos rapidamente para o monitor, tentando ignorar a distração.
"Acho que precisamos de uma pausa", ele murmurou, a voz rouca pelo cansaço.
"Estou quase terminando esta seção", respondi, sem desviar o olhar da tela.
Ouvi seus passos descalços indo em direção à cozinha. O cheiro de café fresco logo invadiu a sala, misturando-se com o perfume amadeirado que ele sempre usava. Quando Gabriel retornou, trouxe duas canecas fumegantes. Ele parou bem atrás de mim. Senti o calor do seu corpo irradiando através do encosto do sofá.
"Toma", ele disse, inclinando-se sobre o meu ombro para me entregar a bebida.
Ao pegar a caneca, nossos dedos se roçaram. Foi um toque acidental, breve, mas o suficiente para que uma faísca invisível percorresse meu braço. Eu olhei para cima. Nossos olhos se encontraram. A proximidade era inédita. Eu conseguia ver os pequenos reflexos da luz do abajur nas pupilas escuras dele. A respiração de Gabriel parecia um pouco mais pesada que o normal.
"Você está muito tenso", ele comentou em um tom baixo, quase um sussurro. "Se continuar forçando assim, não vai conseguir entregar o que precisa."
Conto erótico: O cheiro que me levou ao limite"Eu só preciso de um pouco mais de foco", tentei justificar, sentindo minha garganta secar.
"Talvez o foco esteja no lugar errado."
A frase pairou no ar, carregada de um duplo sentido que fez meu coração acelerar. Ele não se afastou. Pelo contrário, Gabriel contornou o sofá e sentou-se ao meu lado, muito mais perto do que antes. Nossas pernas se encostaram de leve. Eu não recuei. A presença dele era magnética, puxando toda a minha atenção para longe daquelas linhas de código.
Ele levou a mão até o meu notebook e, com um movimento calmo e deliberado, abaixou a tela até fechá-la por completo. O brilho artificial desapareceu. Fomos engolidos pela penumbra acolhedora da sala. A dinâmica havia mudado. Eu não estava mais no controle da situação.
"O que você está fazendo?", perguntei, a voz saindo mais trêmula do que eu gostaria.
"Te ajudando a relaxar", ele respondeu, virando o corpo inteiramente na minha direção.
A mão dele subiu lentamente, tocando a lateral do meu pescoço. A pele dele estava quente. O polegar traçou a linha do meu maxilar com uma lentidão calculada, enviando arrepios por toda a minha espinha. A tensão no ambiente era quase palpável, densa e elétrica. O desejo, que antes era apenas uma sombra escondida nas madrugadas solitárias, agora queimava com intensidade.
Eu me inclinei em sua direção, guiado por um instinto primitivo. A respiração dele bateu contra os meus lábios. O espaço entre nós era de apenas milímetros, uma fronteira frágil prestes a ser cruzada. Meus olhos se fecharam, antecipando o impacto iminente.
Conto erótico: O cheiro que me levou ao limite
Conto erótico: Tesão no Jalapão a mulher selvagem e a foda arenosaConto erótico enviado por Leandro Silva
Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up







Deixe um comentário