Conto erótico: A marca da submissão

Conto erótico: A marca da submissão

A luz dourada do entardecer em Florianópolis filtrava pela janela, desenhando sombras no meu corpo nu. O ar salgado do mar misturava-se ao perfume de jasmim que ele havia espalhado pelo quarto. Não era a primeira vez que nos encontrávamos ali, mas algo naquela tarde era diferente. Seus olhos, escuros e intensos, fixavam-se em mim com uma promessa que eu já conhecia, mas que ainda assim me fazia tremer.

— Você sabe o que eu quero — ele murmurou, a voz rouca, enquanto os dedos deslizavam pela minha pele, traçando um caminho de fogo até a curva da minha cintura. Não era uma pergunta, mas uma afirmação. Eu sabia. E, mais do que isso, eu desejava.

A cama de linho branco rangeu levemente quando ele me empurrou para trás, os lençóis frios contra as minhas costas quentes. Suas mãos, firmes e experientes, exploraram cada centímetro do meu corpo, como se estivessem memorizando cada reação, cada suspiro. Quando seus lábios encontraram o meu pescoço, um arrepio percorreu minha espinha. Não era apenas prazer, era posse.

— Você é minha — ele sussurrou contra a minha pele, e eu senti o peso daquelas palavras. Não como uma prisão, mas como uma libertação. A marca dos seus dentes no meu ombro, suave o suficiente para não machucar, mas forte o bastante para deixar um rastro, era a prova de que eu pertencia àquele momento, àquele homem.

Conto erótico: Com tesão latino fode a sua tiaConto erótico: Com tesão latino fode a sua tia

Seus dedos afundaram nos meus cabelos, puxando com uma intensidade que me fez gemer. O som escapou dos meus lábios antes que eu pudesse controlá-lo, e o sorriso satisfatório dele me disse que era exatamente isso que ele queria: minha rendição total.

— Diga que é minha — ele exigiu, a voz um comando que ecoava no meu íntimo. E eu obedeci, porque não havia mais espaço para resistência. Não quando cada toque, cada beijo, cada palavra me levava mais fundo naquele abismo de prazer e submissão.

— Sou sua — confessei, e as palavras saíram como um suspiro, como uma prece. Seus lábios capturaram os meus em um beijo voraz, enquanto suas mãos exploravam o que já era dele. A marca no meu ombro ardia, um lembrete de que, naquela hora, eu era apenas dele. E isso era tudo o que eu queria ser.

Conto erótico enviado por Marina Alves

Conto erótico: Com tesão latino fode a sua tiaConto erótico: Com tesão latino fode a sua tia
Conto erótico: O prazer que não espera permissãoConto erótico: O prazer que não espera permissão

Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Suellen Gomes é pesquisadora e criadora de conteúdo voltada para o universo da sensualidade, bem-estar sexual e autoestima. À frente do Fetiche em pé, trabalha na desmistificação de fetiches e fantasias, promovendo um diálogo seguro, consensual e informativo sobre a liberdade de expressão corporal. Sua missão é empoderar pessoas através do conhecimento e do respeito aos próprios desejos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Go up