
Conto erótico: Seduzida pelo motorista mais lindo do mundo

Eu pegava sempre o último ônibus noturno depois do expediente. Naquela sexta chuvosa entrei correndo, sacudi o guarda chuva e meus olhos bateram direto no retrovisor. Ali estava ele, o homem mais lindo que eu já vi dirigindo. Cabelos escuros bagunçados, maxilar marcado, braços fortes no volante e um sorriso lento que fez meu estômago dar um salto.
Sentei na primeira fileira, bem perto da cabine. O veículo quase vazio balançava suave na estrada molhada. Ele ajustou o espelho e nossos olhares se prenderam por segundos longos demais. Meu corpo inteiro reagiu, um calor subindo rápido entre as pernas.
Boa noite, ele disse com aquela voz grave que parecia acariciar a pele. Tudo bem com você?
Tudo ótimo agora, respondi sorrindo de volta. Meu nome é Clara, vinte e cinco anos, e eu nunca tinha sentido uma atração tão imediata.
Ele riu baixo. Rafael, vinte e oito. Dirijo essa linha há três anos e confesso que nunca vi uma passageira me olhar desse jeito.
O ônibus seguia. Passageiros desceram um a um nas paradas seguintes. Cada vez que ele trocava marcha, os músculos do antebraço se destacavam e eu imaginava aquelas mãos grandes em mim. Conversamos sobre tudo e nada, risadas fáceis, olhares cada vez mais quentes. Eu cruzava e descruzava as pernas, sentindo a calcinha úmida colar na pele.
No terminal final a chuva batia forte no teto. O último passageiro desceu. Eu fiquei sentada, fingindo procurar algo na bolsa.
Esqueceu alguma coisa?, ele perguntou desligando o motor.
Só a coragem de descer, falei olhando direto para ele.
Conto erótico: No carro ele ganhou o melhor boqueteRafael se levantou, veio até minha poltrona e parou a centímetros do meu rosto. O cheiro dele, mistura de colônia fresca e suor masculino, me deixou tonta de desejo. Posso ficar aqui mais um pouco?, perguntei quase sem voz.
O ônibus é meu agora, ele murmurou. E você também pode ficar o tempo que quiser.
Nossas bocas se encontraram num beijo faminto. Línguas se enroscando, mãos dele descendo pela minha cintura e apertando minha bunda com força. Eu abri as pernas instintivamente, puxando ele para mais perto. Senti seu pau já duro pressionando contra minha coxa através da calça.
Ele abriu minha blusa devagar, boca descendo para sugar meus mamilos endurecidos. Gemidos escapavam da minha garganta enquanto eu abria o zíper dele e envolvia o membro grosso e quente com os dedos. Rafael gemeu meu nome, empurrando o quadril contra minha mão.
Sentei no colo dele, saia levantada, calcinha de lado. Ele me penetrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo completamente. O ritmo começou lento, gostoso, nossos corpos colados no banco do motorista. Depois acelerou, o ônibus balançando levemente com nossos movimentos.
Você me deixa louco desde que entrou, ele sussurrou mordendo meu pescoço.
Eu cavalgava mais rápido, sentindo cada veia, cada pulsação dentro de mim. O prazer subia em ondas quentes. Dedos dele apertavam meus quadris, guiando o ritmo perfeito. Gozei primeiro, contrações fortes apertando ele, gritando seu nome. Rafael me seguiu segundos depois, jorrando quente dentro de mim enquanto me abraçava forte.
Ficamos ali, ofegantes, chuva batendo lá fora, corpos suados e satisfeitos. Ele beijou minha testa com carinho e disse baixinho: amanhã tem outro último ônibus, Clara.
Eu sorri, ainda sentada nele. Mal posso esperar.
Conto erótico: No carro ele ganhou o melhor boquete
Conto erótico: Na kombi conheci o melhor motoristaConto erótico enviado por Clara e Rafael.
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