
Conto erótico: Os segredos que as mãos desvendam

O cansaço do meu corpo era uma coisa física, um peso denso impregnado em cada músculo depois de uma semana de prazos impossíveis. Foi quando ele chegou por trás de mim, suas mãos pousando leves nos meus ombros. Não era um toque casual. Era uma pergunta.
“Você está tensa,” a voz de Leo, grave e familiar, sussurrou perto do meu ouvido. Um calafrio correu pela minha espinha.
“Dá para notar de longe?” eu ri, mas o som saiu mais ofegante do que eu pretendia.
“Deixa eu cuidar de você,” ele pediu, não ordenou. E eu, que mal conseguia pensar, apenas anuí com a cabeça.
O quarto estava mergulhado no crepúsculo, apenas um filete de luz laranja cortando a penumbra. Ele me guiou até a cama e eu me deitei de bruços, o rosto enterrado no travesseiro que ainda carregava o cheiro dele. Misturava-se a isso o aroma do óleo de amêndoas que ele esquentava entre as palmas das mãos.
O som úmido e quente das suas mãos se esfregando foi o prelúdio de tudo.
A primeira pressão foi uma revelação.
Seus polegares encontraram o nó de tensão na base do meu pescoço e começaram a trabalhar com uma precisão cirúrgica. Era um misto de dor e prazer, a sensação deliciosa de um músculo sendo forçado a se render. Eu gemi baixo, um som abafado pelo tecido.
“Relaxa,” sua voz era um comando suave, e meu corpo obedeceu, afundando no colchão.
Suas mãos deslizaram pela coluna, lentas, derramando o óleo quente que fazia minha pele brilhar e estremecer. Cada movimento era uma sentença em um idioma que apenas meu corpo entendia. Ele conhecia cada curva, cada osso, cada ponto de tensão. E eu me entregava, completamente.
Quando suas mãos se espalharam sobre a parte baixa das minhas costas, o foco mudou. A massagem se tornou mais lenta, mais circular, mais íntima. Seus dedos brincavam na cintura da minha calça de algodão, e a questão pairou no ar, não dita.
“Pode,” eu sussurrei, minha voz rouca de prazer.
Ele puxou o tecido para baixo, lentamente, expondo minhas nádegas. O ar na pele nua foi um novo choque sensorial. Suas mãos, agora com mais óleo, recomeçaram o trabalho, amassando e alisando a carne macia. A tensão inicial do cansaço tinha se transformado em outra coisa: uma tensão sexual, pesada e doce.
Conto Erótico: Madrinha safadinha e o segredo do vestidoEle se inclinou sobre mim, e eu senti o calor do seu corpo, o tecido da sua calça roçando levemente a minha pele nua. A pressão da sua ereção contra a minha coxa foi deliberada, uma promessa.
“Vira,” ele ordenou, suavemente.
Eu virei, me expondo completamente diante dele no crepúsculo. Meus seios estavam tensos, os mamilos erectos e doloridos de tanto desejo. Seu olhar era fogo, percorrendo cada centímetro do meu corpo.
Ele não tocou nos meus seios imediatamente. Suas mãos recomeçaram pela minha barriga, subindo em círculos hipnóticos, até contornar as curvas sem tocar o centro. A antecipação era uma tortura sublime. Eu arquei as costas, um pedido silencioso.
Finalmente, suas palmas cobriram meus seios, e eu soltei um suspiro rouco. Seus polegares passaram sobre os mamilos, e um choque elétrico me percorreu. Ele se inclinou e sua boca substituiu os dedos, sugando, mordiscando, enquanto uma de suas mãos descia, descia, sem pressa.
O toque dos seus dedos entre as minhas pernas foi a chave que destravou tudo. Eu estava encharcada, aberta para ele. Seus dedos deslizaram por mim, explorando, encontrando um ritmo que fez meus quadris se moverem sozinhos.
“Leo…” eu gemi, meu corpo um arco de puro sentir.
Ele entrou em mim, dois dedos, preenchendo o vazio que só ele conhecia. A massagem agora era interna, profunda, cada movimento dos seus dedos acertando um ponto cego de prazer. A outra mão não parou, trabalhando meu clitóris com uma perícia que me levou à beira do abismo em segundos.
Eu olhei nos seus olhos, vendo o desejo cru que ecoava o meu. O mundo exterior tinha deixado de existir. Só existiam suas mãos, seu corpo, e o som úmido e quente da nossa intimidade.
“Vem,” eu supliquei, minhas mãos puxando ele para cima de mim.
A massagem tinha acabado. Agora, era a vez do corpo inteiro.
Conto erótico enviado por Sofia.
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Conto erótico: O padrinho proibido que me dominouEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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