
Conto erótico: O encontro inesperado

A noite estava quente e úmida quando entrei no bar quase vazio. O ar condicionado lutava uma batalha perdida contra o calor tropical de julho, e pequenas gotas de suor escorriam pela minha nuca. Pedi uma cerveja gelada e me sentei no balcão, observando as poucas pessoas espalhadas pelo ambiente.
Foi quando a porta se abriu e ela entrou. Vestia um vestido vermelho justo que realçava cada curva do seu corpo esbelto, e seus cabelos escuros caíam pelos ombros como uma cascata de seda. Nossos olhares se cruzaram no espelho atrás do balcão, e senti um choque elétrico percorrer minha espinha. Ela sorriu levemente, um convite silencioso que não pude ignorar.
Aproximei-me devagar, sentindo o cheiro de seu perfume, uma mistura intoxicante de jasmim e baunilha. Posso oferecer uma bebida? perguntei, minha voz mais rouca do que o normal. Ela assentiu, seus lábios vermelhos se curvando num sorriso mais amplo agora.
Champanhe, respondeu, e seus olhos brilharam sob a luz fraca do bar.
Enquanto esperávamos a bebida, conversamos sobre coisas sem importância. Trabalho, viagens, sonhos. Mas havia uma corrente subterrânea de desejo entre nós, palpável como a umidade no ar. Suas mãos tocavam as minhas acidentalmente, e cada contato era como faíscas.
Vamos sair daqui?, sussurrei quando o champanhe chegou.
Ela concordou sem hesitar. Na rua, a noite parecia ainda mais quente. Caminhamos em silêncio por alguns quarteirões até chegar ao meu prédio. O elevador era pequeno, e nosso encontro inevitável aconteceu ali. Empurrei-a contra a parede, meus lábios encontrando os dela com uma fome que surpreendeu até a mim.
Sua boca era macia e gostosa, com um gosto sutil de vinho e desejo. Minhas mãos exploraram seu corpo, sentindo o calor de sua pele através do tecido fino do vestido. Ela respondeu com igual intensidade, suas unhas roçando minhas costas, me fazendo estremecer.
Conto erótico: Lua de mel ardente em uma noite de praiaQuando as portas do elevador se abriram, mal conseguimos chegar até meu apartamento. Fechei a porta com um chute, minhas mãos já desabotoando o vestido dela. O tecido vermelho caiu no chão, revelando lingerie preta que contrastava com sua pele pálida.
Levei-a até o quarto, onde a luz da lua entrava pela janela, criando sombras dançantes em seu corpo nu. Deitei-a na cama, meus lábios percorrendo cada centímetro de sua pele. Seus gemidos preencheram o silêncio da noite enquanto minhas mãos e boca exploravam seu corpo com atenção redobrada.
Ela era responsiva e generosa, seu próprio prazer alimentando o meu. Quando finalmente nos unimos, foi como se duas peças de um quebra-cabeça tivessem se encontrado. Nosso ritmo começou lento, quase reverente, depois aumentou em intensidade até que ambos perdemos o controle.
Depois, deitados enroscados nas cobertas, com o cheiro de sexo e perfume no ar, ela virou para mim e sorriu. Não sei seu nome, disse suavemente.
Rafael, respondi, beijando sua testa. E você?
Isabela, murmurou contra meu peito. Mas você pode me chamar de sua esta noite.
O sol já começava a nascer quando adormecemos, nossos corpos ainda entrelaçados, satisfeitos e exaustos.
Conto erótico enviado por Marcos e Sofia.
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Conto erótico: O jogo dos sentidos e a dança do domínioEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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