Conto erótico: Loira rabuda - A tentação que não resisti
O escritório estava quase vazio naquela sexta-feira à noite, só o zumbido do ar-condicionado e o som dos meus dedos no teclado. Até ela entrar.
Carolina, a estagiária nova. Loira, cabelos longos e ondulados, um vestido justo que marcava cada curva, e um sorriso que era metade inocência, metade promessa. Ela parou na minha mesa, os olhos brilhando com algo que não era só profissional.
— Chefe, você pode me ajudar com esse relatório? — perguntou, a voz doce, mas com um tom que não deixava dúvidas.
— Claro — respondi, tentando ignorar o calor que subia pelo meu pescoço. — Senta aqui.
Ela se aproximou, o perfume floral e algo mais intenso — couro, talvez — envolvendo-me. O vestido subiu um pouco quando ela se sentou na beira da mesa, as pernas cruzadas, mas não o suficiente para esconder o que eu já imaginava.
— É só uma dúvida rápida — sussurrou, inclinando-se para frente, o decote abrindo um convite perigoso.
Não consegui evitar. Meus olhos desceram, rápido, antes de voltar ao rosto dela. Ela sorriu, maliciosa, como se soubesse exatamente o efeito que estava causando.
— Você está distraído — disse, os dedos brincando com a caneta sobre a mesa.
— Você que é uma distração — admiti, a voz mais rouca do que pretendia.
Ela riu, baixo, e deslizou para mais perto, as coxas encostando nas minhas.
— E se eu quiser distrair você mais? — perguntou, a boca tão perto do meu ouvido que senti o hálito quente.
Não respondi. Não precisava.
Ela se levantou, contornou a mesa e fechou a porta da sala com um clique seco. Quando voltou, estava tão perto que senti o calor do corpo dela.
— Ninguém vai nos interromper — sussurrou, as mãos subindo pelo meu peito, os dedos ágeis desabotoando a camisa.
— Isso é uma má ideia — avisei, mas minhas mãos já estavam na cintura dela, puxando-a para mais perto.
— As melhores ideias sempre são — respondeu, a boca encontrando a minha, o beijo urgente, faminto.
Ela se sentou na mesa, as pernas se abrindo para mim, o vestido subindo mais, revelando a calcinha de renda preta. Não houve mais palavras. Só gemidos, suspiros, e a certeza de que aquela noite não acabaria com um relatório.
Conto erótico enviado por Marcos, 35, que descobriu que as melhores reuniões acontecem fora do horário comercial — e sem roupas.
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