
Conto erótico: Leia agora paixão gay que envolve e queima

Nunca pensei que sentiria isso por um colega de trabalho, mas a verdade é que desde que o Miguel entrou na empresa, meu mundo virou de cabeça para baixo. Ele é da área de marketing, eu de TI, e nossos caminhos só se cruzavam nas reuniões semanais - até aquela sexta-feira.
Lembro-me como se fosse hoje. Estávamos trabalhando em um projeto urgente e acabamos sendo os únicos dois no andar. A luz fluorescente do escritório criava sombras estranhas em seu rosto enquanto ele se concentrava no computador. Eu não conseguia parar de olhar para o modo como ele coçava a nuca quando pensava, ou como sua camisa ficava um pouco justa nos ombros.
"Você precisa de ajuda com isso?" perguntei, aproximando-me de sua mesa mais do que o necessário. Ele sorriu, e meu coração deu uma batida forte demais.
"Só se você conseguir consertar esse bug que está me fazendo perder o sono," respondeu, e nossos dedos se tocaram acidentalmente quando apontei para a tela. A eletricidade foi real, instantânea. Pelo menos para mim.
Nós continuamos trabalhando, mas a atmosfera mudou. Cada olhar casual parecia carregar mais significado. Quando ele se esticou em sua cadeira, sua blusa subiu um pouco, revelando um pedaço de pele que me fez engolir em seco. Me senti perverso por notar, mas não consegui evitar.
"Vamos pedir uma pizza?" sugeriu ele repentinamente. "Acho que vamos estar aqui até mais tarde."
Eu só pude concordar. Enquanto esperávamos a entrega, ele começou a falar sobre seu último relacionamento, e eu sobre a minha solidão recente. A vulnerabilidade criou uma conexão estranha entre nós. Quando a pizza chegou, nossos dedos se tocaram novamente ao pegarmos a mesma fatia. Desta vez, nenhum de nós se afastou.
Conto erótico: O elevador dos desejos"Você já se sentiu atraído por alguém que não deveria?" ele perguntou de repente, olhando diretamente nos meus olhos. Minha garganta ficou seca. Sabia exatamente o que ele queria dizer, mas não tinha coragem de admitir.
"Todos os dias," respondi finalmente, mantendo o contato visual.
O que aconteceu depois foi uma espécie de névoa. Lembro-me de ele se levantando, de mim o seguindo até a sala de reuniões escura, da porta se fechando atrás de nós. Não houve muitas palavras. Apenas seus lábios nos meus, hesitantes no início, depois famintos.
Sei que foi errado. Somos colegas, ambos sabíamos que aquilo não deveria acontecer. Mas naquele momento, nada mais importava. Suas mãos em meu corpo, meu coração disparado, o medo de alguém entrar e nos descobrir misturado com um desejo avassalador.
Quando finalmente nos separamos, ofegantes, a realidade bateu forte. "Isso não deveria ter acontecido," ele sussurrou, e eu concordei com a cabeça, mesmo que cada fibra do meu ser gritasse o contrário.
Agora, toda segunda-feira, quando nos cruzamos no corredor, há esse conhecimento entre nós. Este olhar cúmplice. Às vezes, penso se foi apenas um momento de fraqueza ou se aquela chama ainda existe, esperando apenas uma faísca para se acender novamente.
Conto erótico enviado por Anônimo
Conto erótico: O elevador dos desejos
Conto erótico: O toque que incendeia a noiteConteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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