Conto erótico: Fofura – Quando o doce se torna pecado

Conto erótico: Fofura – Quando o doce se torna pecado

Eu sempre achei que a palavra “fofura” fosse só para filhotes, doces e coisas que não queimam. Até ele.

Era um sábado à tarde, sol batendo na janela do meu apartamento, e eu, de short curto e camiseta larga, tentando trabalhar. O interfone tocou. Era o novo vizinho, o tal do Lucas, que tinha se mudado há uma semana e já tinha me deixado sem fôlego duas vezes no elevador.

Desculpa incomodar, mas meu açúcar acabou. Você não teria um pouco para me emprestar? A voz dele, grave e um pouco rouca, veio pelo interfone.

Suspirei, tentando ignorar o calor que subiu pelas minhas pernas. Abri a porta.

Ele estava lá, de camiseta justa, cabelo ainda molhado do banho, um sorriso que era metade inocência, metade promessa. Na mão, uma xícara de café.

Açúcar, por favor. Repetiu, os olhos brilhando.

— Claro — respondi, tentando não reparar como a camiseta colava no peito dele. Virei as costas, rumo à cozinha, sentindo o olhar dele queimando minha pele.

Quando voltei, ele estava mais perto. Muito mais perto.

Obrigado — disse, pegando o açúcar, mas não se mexeu. O cheiro de sabonete e café invadiu meu espaço. — Você sempre usa esse short?

A pergunta foi direta, a voz baixa. Senti o rosto esquentar.

Só em casa — respondi, sem desviar o olhar.

Ele sorriu, lento, e deixou a xícara na mesa ao lado.

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É uma pena. Fica… muito bonito.

O dedo dele deslizou pelo meu braço, leve, como se fosse um acidente. Mas não era. Nada na forma como ele me olhava era acidente.

Lucas… comecei, mas ele já estava mais perto, a boca a centímetros da minha.

Só um beijo. Para agradecer. A voz dele era um sussurro, um pedido que não soava como pergunta.

E eu não resisti.

A boca dele foi macia, doce, mas com uma fome que me fez gemer. As mãos subiram pela minha cintura, o short curto permitindo que os dedos dele encontrassem a pele quente das minhas coxas. Um toque, depois outro, mais ousado.

Você é tão fofa — murmurou, a boca agora no meu pescoço, os dentes mordiscando leve. — Mas eu quero ver o que tem por baixo.

Não houve resistência. Não houve dúvida. As mãos dele puxaram a camiseta, a boca descendo, quente, úmida, enquanto eu me agarrava aos ombros largos, os gemidos escapando sem controle.

Mais — pedi, sem vergonha, sem medo.

Ele riu, baixo, e me levantou no balcão da cozinha, as pernas se abrindo para ele, o short sendo afastado com urgência.

Tudo o que você quiser, fofura.

E então, ele me mostrou que “fofura” podia ser sinônimo de fogo.

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Conto erótico enviado por Ana, 25, que descobriu que o doce mais perigoso é aquele que derrete na boca — e nas mãos certas.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Fofura – Quando o doce se torna pecado
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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