Conto erótico: Encontro selvagem na academia

Conto erótico: Encontro selvagem na academia

A academia estava quase vazia naquela noite de sexta-feira, apenas eu e mais alguns corpos determinados suando sob as luzes fluorescentes.

Meus olhos se fixaram em um novo membro, um homem cuja presença parecia dominar todo o ambiente. Ele era alto, com ombros largos e braços musculosos que se destacavam mesmo através da camiseta justa. Cada movimento dele era controlado, poderoso, e eu senti meu corpo responder antes mesmo de minha mente registrar o desejo.

Fui até a área de pesos livres, perto de onde ele estava, tentando parecer casual enquanto fazia meus exercícios. O cheiro de suor masculino e perfume sutil encheu minhas narinas, despertando uma fome que eu não sentia há meses. Nossos olhares se encontraram no espelho por uma fração de segundo, e o sorriso que ele me ofereceu foi quase minha ruína.

"Você precisa de ajuda com essa?" ele perguntou, aproximando-se enquanto eu lutava com o haltere mais pesado.

"Estou bem, obrigado," respondi, sentindo meu rosto esquentar.

Seus dedos tocaram levemente meus cotovelos enquanto ele se posicionava atrás de mim. "Deixe-me ajudar. Você vai se machucar."

A proximidade de seu corpo contra o meu me deixou sem fôlego. Podia sentir o calor emanando de seu peito, e quando ele inclinou-se para ajustar minha postura, seus lábios roçaram minha orelha. Um tremor percorreu minha espinha, e não era do esforço físico.

"Seu nome é?" sussurrei, meu corpo vibrando com a energia elétrica entre nós.

"Rafael. E o seu?"

"Lucas."

Ele terminou de me ajudar com o exercício, mas não se afastou. Em vez disso, seus dedos traçaram lentamente meu braço, da palma da mão até o ombro. "Você vem aqui todas as sextas?"

"Sim. E você?"

"É meu primeiro dia aqui. Acabei de se mudar para o bairro."

Nossos olhares se prenderam novamente, e desta vez não houve como negar o desejo mútuo. Rafael inclinou-se mais perto, seu hálito quente contra meu pescoço. "O vestiário está vazio," ele sussurrou.

Meu coração disparou enquanto eu assentia, incapaz de formar palavras. Ele pegou minha mão e me conduziu pelo corredor escuro até o vestiário masculino. Assim que a porta se fechou atrás de nós, Rafael me pressionou contra a parede fria, seus lábios encontrando os meios com uma fome que correspondia à minha.

Seu beijo era selvagem, dominante, e eu me entreguei completamente. Suas mãos exploravam meu corpo, encontrando cada ponto sensível que me fazia gemer contra sua boca. Eu podia sentir sua ereção pressionando contra minha coxa, e a urgência entre nós crescia a cada segundo.

"Quero você," ele sussurrou contra minha pele, seus dentes roçando meu pescoço.

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"Me pegue então," respondi, puxando-o ainda mais para perto.

Rafael virou-me, pressionando meu peito contra a parede enquanto desabotoava minhas calças. Seus dedos deslizaram pela fenda de minha cueca, encontrando-me já duro e pronto. Um gemido escapou de meus lábios quando ele começou a me acariciar, seus movimentos firmes e seguros.

"Você gosta disso, não gosta?" ele murmurou, seus lábios contra minha orelha.

Eu só conseguia assentir, meu corpo arqueando contra sua mão. Ele continuou seu ritmo torturante, levando-me ao limite antes de diminuir a velocidade, repetindo o processo até que eu estivesse gemendo desesperadamente.

"Por favor," eu sussurrei, minhas mãos pressionadas contra a parede.

"Por favor, o quê?" ele provocou, seu hálito quente contra meu pescoço.

"Por favor, me pegue."

Rafael atendeu ao meu pedido, posicionando-se atrás de mim. A entrada foi gradual, dolorosamente prazerosa, e eu gritei quando ele finalmente me preencheu completamente. Ele começou a se mover, seus quadris balançando em um ritmo que nos levou rapidamente ao paraíso.

O vestiário ecoava com nossos gemidos, o som de pele contra pele preenchendo o espaço pequeno. Cada movimento era mais intenso que o anterior, levando-nos mais alto até que explodimos juntos em um clímax que deixou meu corpo tremendo.

Ficamos entrelaçados por vários minutos, nossos corpos pegajosos de suor e satisfação. Rafael beijou meu ombro suavemente antes de se afastar.

"Isso foi... incrível," ele sussurrou.

"Sim," concordei, ainda tentando recuperar o fôlego.

Nos vestimos em silêncio, mas a tensão entre nós havia se transformado em algo mais suave, mais íntimo. Antes de sair, Rafael pegou meu rosto entre as mãos e me beijou novamente, desta vez com uma ternura que me fez o coração disparar por razões completamente diferentes.

"Me encontre aqui amanhã?" ele perguntou, seus olhos brilhando com expectativa.

"Conte comigo," respondi, sorrindo.

Enquanto caminhávamos de volta para a área principal da academia, sabia que esta seria apenas a primeira de muitas noites intensas com Rafael.

Conto erótico enviado por: Marcos e Tiago

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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