
Conto erótico: Encontro na praia do Cocal - Um jogo de desejos e confissões

A praia do Cocal, em Natal, é um daqueles lugares onde o sol queima a pele e o mar agita a alma. Foi ali, entre coqueiros e areia branca, que tudo começou. Eu, Mariana, 35 anos, loira de olhos claros e corpo esculpido por anos de exercícios, nunca imaginei que um dia me veria envolvida em uma teia de desejos tão intensos quanto aquela.
Conheci Márcia, uma paulista descolada, na única barraca de praia do local. Ela, sua irmã e os dois garotos — Bruno e Felipe, ambos com pouco mais de 18 anos — estavam ali, aproveitando as férias. Márcia era daquelas pessoas que não têm frescura, e isso me conquistou na hora.
Os meninos, tímidos e cheios de olhares furtivos, pareciam fascinados pela minha presença. Não que eu quisesse chamar atenção, mas o biquíni branco e azul, que mal cobria minha bunda, não ajudava a passar despercebida.
No primeiro dia, um acidente no mar deixou meus seios à mostra. Os olhares deles, misto de surpresa e desejo, ficaram gravados na minha memória. À noite, contei a Rogério, meu marido, que riu e brincou: "Eles devem ter te homenageado no banheiro". A ideia me perturbou, mas também me excitou.
No dia seguinte, escolhi um biquíni ainda menor, transparente quando molhado. Márcia brincou que eu mataria os garotos. E, de certa forma, ela estava certa. A tensão entre nós era palpável.
Quando Rogério precisou usar o banheiro da casa que eles alugavam, a situação escalou. Sozinha no corredor, quase nua, me deparei com Bruno. O constrangimento inicial deu lugar a um jogo de olhares e sorrisos.
O pôquer que jogamos foi só o começo. Rogério, sempre ousado, sugeriu apostas com prendas. A primeira foi Bruno chupar meu dedão do pé. A sensação de sua língua quente em minha pele me deixou molhada. Felipe, o próximo a perder, repetiu o gesto, mas dessa vez com o pé inteiro. A excitação era tão intensa que mal conseguia me concentrar no jogo.
Quando Rogério saiu pra dar uma volta, a brincadeira ficou pesada. Perdi de propósito, e Bruno, sem jeito, tirou a bermuda, mostrando uma piroca dura e latejando. Ajoelhada, peguei com a mão e comecei a chupar devagar, lambendo a cabeça do pau dele antes de engolir tudo. Ele gozou rápido, jorrando tudo na minha boca, e eu engoli cada gota, sentindo o gosto salgado do esperma dele.
Felipe, com uma piroca maior e curva, veio em seguida. Segurei a base enquanto ele empurrava minha cabeça pra baixo, fudendo minha boca até eu engasgar. A sensação de poder sobre aqueles corpos jovens me deixava louca de tesão.
O clímax veio quando Rogério voltou. Em vez de brigar, ele se juntou à farra. Deitei em cima dele, sentindo a piroca dele me furando fundo, enquanto Bruno, com as mãos trêmulas, cuspiu na minha bunda antes de enfiar o pau no meu cu, me esticando pra caralho. Felipe, por sua vez, meteu a mão inteira dentro da minha buceta, mexendo os dedos enquanto eu gritava de prazer.
A gente gozou junto, num turbilhão de suor, gemidos e safadeza, nossos corpos colados, sacudidos por ondas de prazer que não tinham fim. Rogério encheu minha buceta de porra, enquanto Bruno gozou dentro do meu cu, e Felipe esguichou tudo nos meus peitos, marcando meu corpo como se fosse deles.
O dia seguinte trouxe uma quietude estranha. Acordei com o corpo dolorido, mas a mente leve, como se o peso das convenções sociais tivesse sido lavado pelas ondas. Rogério ainda dormia ao meu lado, seu peito subindo e descendo em um ritmo tranquilo.
Olhei para ele, perguntando-me como algo tão intenso poderia não ter deixado marcas visíveis. Mas as marcas estavam lá, só que em lugares que ninguém além de nós poderia ver.
Márcia bateu à porta da casa que alugávamos por volta das nove da manhã. Trazia café e um sorriso cúmplice. "Precisamos conversar", disse, sentando-se na varanda sem esperar convite. Seu tom era sério, mas os olhos brilhavam com uma mistura de curiosidade e excitação. "Os meninos estão… confusos. E eu também."
Eu sabia o que ela queria dizer. Bruno e Felipe, apesar da aparente confiança na noite anterior, eram jovens. A intensidade da experiência os havia deixado em um limbo entre o desejo e a culpa. Márcia, como irmã mais velha, sentia a responsabilidade de mediar aquilo que, para mim, havia sido uma explosão de liberdade.
"Eles acham que cruzaram uma linha", continuei por ela, tomando um gole do café amargo. "Mas a verdade é que todos nós cruzamos."
Márcia assentiu, brincando com uma mecha do cabelo castanho. "A questão é: o que fazemos agora? Eles querem te ver de novo. Querem… entender."
Conto erótico: Com tesão latino fode a sua tiaEntender. A palavra ecoou na minha cabeça. O que havia para entender? Que o desejo não tem idade, que o prazer não segue regras, que a moral é uma linha tênue traçada na areia, pronta para ser apagada pela próxima maré?
Encontramos os garotos na praia ao entardecer. Desta vez, não havia jogo, nem apostas, nem o pretexto do pôquer. Apenas nós quatro, sentados na areia, com o som das ondas quebrando o silêncio. Bruno, o mais tímido dos dois, mal conseguia olhar nos meus olhos.
Felipe, por outro lado, parecia determinado a encará-los, como se quisesse provar algo a si mesmo.
"Vocês estão bem?", perguntei, quebrando o gelo.
Felipe respirou fundo. "Não sei. Foi… muito. Mas não me arrependo."
Bruno, finalmente, ergueu os olhos. "Eu só não entendo como algo tão errado pode ter sido tão… certo."
Rogério, que até então havia se mantido em silêncio, riu baixinho. "Porque o certo e o errado são só palavras, menino. O que importa é o que sentimos. E ontem, todos nós sentimos algo real."
Márcia, sempre prática, pegou a mão de Bruno. "Ninguém precisa se culpar. Mas precisamos ser honestos: isso não pode virar rotina. Vocês são jovens, têm a vida toda pela frente. E eu… bem, eu tenho que cuidar de vocês."
Eu sorri. "Não é sobre rotina. É sobre memória. Sobre saber que, por um dia, todos nós fomos livres o suficiente para desejar sem medo."
Aquela noite, Rogério e eu fizemos amor de uma forma diferente. Não havia urgência, nem a necessidade de provar nada. Era como se, depois de termos compartilhado nossos corpos com outros, tivéssemos redescoberto o prazer de nos pertencermos.
As mãos dele exploravam minha pele como se fosse a primeira vez, e eu me entreguei a cada toque, cada beijo, cada suspiro.
No dia seguinte, Márcia e os garotos partiram. Não houve despedidas dramáticas, nem promessas vazias. Apenas um abraço apertado, um "até logo" e o entendimento mútuo de que algumas experiências são como as ondas do mar: intensas, transformadoras, mas passageiras.
Hoje, anos depois, ainda penso naquele verão. Não com saudade, mas com gratidão. Gratidão por ter me permitido ser, mesmo que por alguns dias, a mulher que sempre soube que poderia ser: livre, desejada, sem amarras. E, às vezes, quando o mar está calmo e o sol queima a pele, fecho os olhos e sinto novamente a areia quente sob meu corpo, os olhares famintos, as mãos trêmulas.
A vida segue, mas a memória do desejo… essa nunca se apaga.
Hoje, lembro daquele dia como um momento de libertação. Nunca mais repetimos algo tão intenso, mas a memória daqueles corpos, daqueles olhares e daqueles gemidos ainda me faz sorrir.
Conto erótico enviado por Mariana., 35 anos, Natal/RN.
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