Conto erótico: Dança sensual desperta dominação gay intensa

Conto erótico: Dança sensual desperta dominação gay intensa

A boate pulsava com batidas graves que faziam o chão vibrar sob meus pés. Eu tinha vinte e oito anos e já conhecia bem aquele calor úmido de corpos suados se roçando na pista. O ar cheirava a colônia misturada com desejo puro. Foi ali que ele apareceu.

Alto, ombros largos, peito marcado pela camisa preta colada. Seus quadris se moviam com precisão, como se a música obedecesse a ele em vez do contrário. Nossos olhos se encontraram. Ele estendeu a mão sem dizer nada. Eu aceitei.

Nossos corpos colaram no primeiro passo. Senti o volume firme dele pressionando minha coxa enquanto girávamos. Suor escorria pelo seu pescoço e eu queria lamber cada gota. Ele segurou minha cintura com força, guiando o ritmo.

Você dança bem, murmurou perto da minha orelha, voz rouca cortando a batida. Mas hoje eu comando.

Meu coração acelerou. Eu já havia entregado o controle antes em noites como esta, e o tesão sempre vinha do mesmo lugar: da rendição total. Ele girou meu corpo contra o dele, peito contra peito, ereção roçando ereção através do tecido fino da calça. O atrito era deliberado, lento, enlouquecedor.

Siga meus movimentos, ordenou, mão descendo até apertar minha bunda. Cada passo dele me forçava a abrir mais as pernas, a me esfregar exatamente onde ele queria. O calor subia pela minha espinha. Eu estava duro como pedra, latejando contra sua coxa.

Depois de minutos que pareceram horas, ele me puxou para o canto escuro da boate. Sem aviso, encostou-me na parede fria. Sua boca tomou a minha num beijo faminto, língua invadindo enquanto a mão livre abria meu zíper. Dedos grossos envolveram meu pau e começaram a bombear devagar.

Boa garoto, sussurrou contra meus lábios. Você já está vazando pra mim.

Eu gemi alto demais. Ele riu baixo e aumentou o ritmo, polegar espalhando o pré-gozo pela cabeça sensível. Meu corpo tremia. Ele controlava cada respiração minha.

Vamos pra casa, decidiu. Quero você inteiro.

No apartamento dele, a luz era baixa. Ele me despiu devagar, como se desembrulhasse um presente. Quando fiquei nu, ele ainda vestia a camisa. Empurrou-me de joelhos no tapete macio.

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Chupa. Mostre quanto quer meu pau.

Abri o zíper dele com dentes e mãos trêmulas. O membro grosso saltou livre, veias pulsando. Eu o engoli inteiro, sentindo o peso na língua, o gosto salgado de suor e desejo. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca com estocadas controladas, nunca deixando eu ditar o ritmo.

Isso, engole tudo, gemeu. Você nasceu pra isso.

Quando ele me puxou de pé, eu mal conseguia pensar. Virou-me de frente para a cama, inclinou meu corpo e cuspiu entre minhas nádegas. Dois dedos entraram devagar, abrindo-me, preparando-me. Eu empinei o quadril pedindo mais.

Ele me penetrou de uma vez, fundo, sem piedade. A dor virou prazer imediato. Suas mãos prenderam meus pulsos atrás das costas enquanto ele metia forte, cada estocada batendo exatamente onde eu precisava. O som de pele contra pele enchia o quarto.

Diz que é meu, exigiu, dentes roçando minha nuca.

Sou seu, respondi ofegante.

Ele acelerou, corpo musculoso colado ao meu, suor misturando-se. Meu pau roçava o lençol a cada investida. Gozei primeiro, jatos quentes sujando a cama enquanto ele ainda me fodia sem parar. Segundos depois ele explodiu dentro de mim, gemendo meu nome como uma ordem final.

Caímos juntos, respirando pesado. Ele me abraçou por trás, ainda dentro de mim, e beijou meu ombro com uma ternura surpreendente.

Da próxima vez, vamos dançar mais devagar, prometeu. Quero sentir você se render centímetro por centímetro.

Eu sorri no escuro. Já sabia que não haveria próxima vez sem ele comandando cada batida.

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Conto erótico enviado por Rafael.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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