Conto erótico: Brincadeira de pet play

Conto erótico: Brincadeira de pet play

Eu tinha 24 anos quando conheci Victor em um clube alternativo de São Paulo. Ele, com 32 anos, exalava uma aura dominante: alto, barba bem feita, olhos negros que me prendiam como uma coleira invisível.

Eu sempre fantasiei com pet play – ser a gatinha obediente, ronronando aos pés do dono. Conversamos sobre limites no app, combinamos safe words ("vermelho" para parar) e marcamos um encontro. Tudo consensual, excitante, sem pressa.

Naquela noite, cheguei ao apartamento dele vestindo um body preto justo, que realçava minhas curvas suaves. Victor sorriu ao me ver, segurando uma coleira de couro macio com um sino tilintante. "Pronta para brincar, gatinha?", perguntou, voz grave e sedutora.

Meu coração acelerou, um calor úmido se espalhando entre minhas pernas. "Sim, dono", respondi, ajoelhando-me no tapete felpudo da sala. Ele prendeu a coleira no meu pescoço, o clique metálico ecoando como uma promessa de prazer.

Puxou levemente a guia, guiando-me para rastejar até ele. Senti o chão frio sob as palmas das mãos, o sino tilintando a cada movimento, arrepiando minha pele.

"Boa menina", murmurou Victor, afagando meu cabelo como se eu fosse um pet mimado. Sentei aos seus pés, ronronando baixinho, esfregando o rosto na sua perna. Ele se sentou no sofá, pernas abertas, e eu me aninhei entre elas, lambendo o ar de forma provocante.

"Mostre o quanto quer agradar", ordenou. Desci devagar, beijando sua coxa através da calça, sentindo o volume crescer. Meu corpo tremia de desejo, os mamilos endurecendo contra o tecido do body. Ele desabotoou a calça, revelando seu pau ereto, grosso e pulsante.

"Lamba, gatinha."

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Obedeci, língua traçando linhas lentas da base até a cabeça, saboreando o gosto salgado da pré-gozada. Victor gemeu, mão na minha nuca, guiando o ritmo. "Mais fundo", exigiu, e eu o engoli inteiro, garganta se ajustando ao seu tamanho, lágrimas de esforço nos olhos.

O sino tilintava com cada vaivém, misturando-se aos nossos gemidos. Ele puxou a guia, erguendo meu rosto. "Agora, monte no seu dono." Tirei o body devagar, expondo minha pele nua, seios cheios balançando. Victor me posicionou no seu colo, mãos firmes na minha cintura.

Sentei devagar, sentindo-o me preencher centímetro por centímetro, um alongamento delicioso que me fez arquear as costas. "Ronrone pra mim", sussurrou, mordendo meu ombro. Comecei a rebolar, quadris girando como uma felina no cio, unhas cravando em seus ombros.

O prazer crescia, um formigamento subindo do ventre, meus gemidos se transformando em miados suaves. Ele apertou minha bunda, acelerando as estocadas de baixo, colidindo com força. "Isso, gatinha safada, goze no pau do dono."

O orgasmo veio como uma onda selvagem, eu tremendo ao redor dele, leite escorrendo pelas coxas. Victor me virou de quatro no sofá, guia puxada para trás, e me penetrou fundo, cada investida ecoando com tapas leves na bunda.

"Minha pet perfeita", grunhiu, acelerando até gozar dentro de mim, quente e abundante. Desabei, ofegante, ronronando de satisfação enquanto ele me afagava.

Naquela brincadeira, encontrei liberdade no roleplay – puro, consensual, inesquecível.

Conto erótico enviado por Laura.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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