
Conto erótico: As regras do nosso jogo

Eu sempre fui apaixonada por jogos que transformam o desejo em arte. Com ele, criamos as nossas próprias regras. Nada improvisado. Cada passo calculado para fazer a excitação crescer até doer de tão boa. Naquela noite, depois do jantar, sentamos no sofá.
A luz âmbar do abajur desenhava os músculos do peito dele por baixo da camisa aberta. Meu corpo já latejava só de olhar.
Primeira regra. Sem toques. Apenas palavras. Eu fixei meus olhos nos dele e falei baixo. Quero sentir sua língua deslizando pelo meu pescoço, descendo devagar até morder meus mamilos. Quero que você descreva como vai chupar cada um até eu implorar.
Ele respirou fundo. A voz saiu rouca. Vou abrir suas pernas e lamber sua boceta bem devagar. Vou sugar seu clitóris enquanto meus dedos entram fundo. Quero ouvir você gemer meu nome antes de qualquer coisa.
O ar ficou pesado. Meu sexo pulsava sem que ele tivesse encostado um dedo. Segunda regra. Toques leves. Nossos dedos roçaram a pele. Ele traçou a curva interna da minha coxa. Eu desci a unha pelo abdômen dele até sentir o pau duro latejando contra o tecido da calça. Cada carícia era fogo lento. Meu corpo inteiro arrepiou.
Conto erótico: Dominado pelo olhar de uma mulher misteriosaTerceira regra. Beijos. Nossos lábios se encontraram famintos. A língua dele invadiu minha boca com fome. Senti o gosto de vinho e desejo puro. Minhas mãos subiram para o cabelo dele, puxando com força. Ele gemeu dentro do beijo e apertou minha bunda, colando nossos corpos. O volume do pau dele pressionava minha barriga. Eu estava encharcada.
Quarta regra. Roupas fora. Ele tirou minha blusa devagar, revelando meus seios. A boca dele desceu, sugando um mamilo com força enquanto a mão massageava o outro. Eu gemi alto. Tirei a calça dele e segurei o pau grosso, sentindo a pele quente pulsar na minha palma. Acariciei devagar, espalhando o pré-gozo com o polegar. Ele tremia.
Quinta e última regra. Sem limites. Ele me deitou na cama. Ajoelhou entre minhas pernas e lambeu minha boceta com maestria. A língua girava no clitóris, dois dedos entravam e saíam ritmados. Eu arqueei as costas, segurando os lençóis. O orgasmo veio forte, me fazendo gritar o nome dele enquanto meu corpo convulsionava.
Eu ainda tremia quando ele subiu e me penetrou de uma vez. O pau dele me encheu completamente. O ritmo era urgente, profundo. Nossos corpos batiam juntos, suados, quentes. Eu enrolei as pernas na cintura dele, pedindo mais. Ele me fodeu com força, gemendo no meu ouvido. Gozei de novo, apertando ele por dentro. Segundos depois ele gozou também, pulsando dentro de mim, enchendo-me com seu calor.
Ficamos abraçados, ofegantes. As regras sempre funcionam. Elas transformam o desejo em algo vivo, intenso, inesquecível.
Conto erótico: Dominado pelo olhar de uma mulher misteriosa
Conto erótico: O cheiro que me levou ao limiteConto erótico enviado por Mariana e Lucas.
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