
Conto erótico: A lição particular e quando o professor cruzou a linha do proibido

Eu sempre soube que havia algo entre mim e o professor Mateo. Não era apenas a forma como ele olhava para mim durante as aulas de literatura, ou como seus dedos roçavam nos meus ao entregar um trabalho. Era a tensão no ar, a promessa não dita de que, um dia, aquilo explodiria.
Aconteceu em uma livraria vazia, uma tarde de chuva. Ele estava folheando um livro de Neruda quando me viu entrar. "Você veio buscar a lista de leitura?", perguntou, mas seus olhos diziam outra coisa. "Ou veio por outra razão?"
Não respondi. Não precisei. Ele me puxou para um canto escuro, entre as estantes, e seus lábios encontraram os meus com uma fome que me deixou tonta. "Você sabe que isso é errado", sussurrei, mas minhas mãos já estavam em seu cabelo, puxando-o para mais perto.
Seu apartamento ficava acima da livraria. As escadas rangiam enquanto subíamos, nossos corpos colados, como se não pudéssemos esperar mais um segundo. Assim que a porta se fechou, ele me empurrou contra a parede, suas mãos explorando meu corpo como se estivesse memorizando cada curva. "Você é tão mais do que uma aluna, Sofia", ele murmurou, enquanto desabotoava minha camisa. "E eu não consigo parar de pensar em você."
O quarto dele cheirava a café e papel velho. Ele me deitou na cama com uma reverência, como se eu fosse algo precioso. "Já imaginou como seria?", perguntou, enquanto seus dedos deslizavam entre minhas pernas. Eu balancei a cabeça, sem fôlego. "Eu imaginei. Todas as noites."
Conto erótico: A despedida de solteira que mudou tudoQuando seus dedos começaram a explorar onde ninguém jamais havia ousado, eu me arqueei, surpresa pela intensidade da sensação. "Confia em mim?", ele perguntou, e eu assenti, mesmo com o coração batendo descompassado. O lubrificante estava na gaveteira, como se ele já soubesse que esse momento chegaria. "Vou te mostrar um prazer que você não encontra em livros", prometeu, e eu senti um arrepio percorrer minha espinha.
Ele foi lento, meticuloso. Cada movimento era uma lição, cada toque uma revelação. Quando finalmente entrou em mim, foi com uma paciência que me deixou louca. "Relaxe, Sofia", ele sussurrou, enquanto avançava devagar, me deixando sentir cada centímetro. "Isso é só nosso."
A dor foi passageira, substituída por uma onda de prazer tão intensa que me fez gemer seu nome. "Mateo, por favor", implorei, e ele sorriu, seus quadris começando um ritmo que me fez perder a noção de tudo. "Você é minha melhor aluna", ele brincou, e eu ri, mesmo ofegante, enquanto minhas unhas cravavam em suas costas.
Quando chegamos juntos, foi como se o mundo inteiro tivesse sumido. Só existíamos nós dois, e aquele momento roubado do tempo. Ele rolou para o lado, me puxando para seus braços. "Isso não pode acontecer de novo", eu disse, mas ele só beijou minha testa, como se soubesse que eu estava mentindo.
E, no fundo, eu também sabia.
Conto erótico: A despedida de solteira que mudou tudo
Conto erótico: Inverno de luxúria – Neve branca, almas sujas e o calor que derrete o geloConto erótico enviado por Ana.
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