Conto erótico: Contos gays que fazem qualquer um perder o controle!

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A noite em São Paulo tinha aquele calor úmido que grudava a camisa nas costas. Eu saí do escritório mais tarde que o habitual, o estresse do dia ainda pulsando nas têmporas.

O prédio comercial estava quase vazio, só as luzes de emergência piscavam nos corredores. Quando entrei no elevador, não esperava encontrar ninguém. Mas ele estava lá.

Lucas. Alto, pele morena, ombros largos que preenchiam o terno cinza como se fosse uma segunda pele. O cheiro do perfume dele — algo cítrico, fresco, com um toque de âmbar — invadiu meu espaço antes mesmo que a porta se fechasse.

Nossos olhares se cruzaram no reflexo do espelho. Ele segurou o botão do andar com uma mão grande, dedos longos, e sorriu. Um sorriso lento, que prometia mais do que palavras.

Você também trabalha até tarde? Sua voz era grave, rouca, como se já estivesse imaginando o que viria depois.

Balancei a cabeça, sentindo a garganta seca. O elevador subiu, mas o ar ficou mais denso. Ele se virou, encostando no painel de botões, e me observou de cima a baixo. Não havia pressa. Só o som da minha respiração e o zumbido suave do motor.

Você parece tenso. Deixa eu ajudar com isso.

Sua mão escorregou pelo meu braço, dedos quentes através da camisa. Não recuei. Não queria. O toque dele era firme, seguro, como se soubesse exatamente o que meu corpo pedia. Quando seus lábios roçaram meu pescoço, um arrepio desceu pela minha coluna. O elevador parou. A porta não abriu.

Ele pressionou outro botão. Emergência. O mundo lá fora deixou de existir.

Agora é só nós.

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Sua boca encontrou a minha com uma urgência que me fez gemer. As mãos dele desabotoaram minha camisa com uma habilidade que só a prática explica. Cada toque era um convite, cada suspiro um sim não dito. Quando me encostou na parede fria do elevador, senti o metal gelado nas costas e o calor dele na frente, um contraste que me deixou ainda mais excitado.

Quero você aqui. Agora.

Não havia espaço para recusa. Nem vontade. Suas mãos deslizaram pela minha cintura, puxando meu quadril contra o dele. O atrito era insuportável, delicioso. Quando seus dedos encontraram o fecho da minha calça, um gemido escapou dos meus lábios.

Ele sorriu, satisfeito, enquanto me beijava de novo, mais fundo, como se quisesse provar cada parte de mim.

O elevador balançou levemente. Alguém tentou chamá-lo. Lucas ignorou. Suas mãos trabalhavam rápido, ágeis, enquanto eu me perdia na sensação da pele dele contra a minha. Quando finalmente me tocou, foi com uma intensidade que me fez arquear as costas. O prazer era quase doloroso.

Não segure. Deixa ir.

E eu deixei. Com as mãos dele me guiando, com seus lábios silenciando meus gemidos, com o corpo dele pressionado contra o meu, não havia como resistir. O orgasmo veio em ondas, forte, arrastando qualquer pensamento que não fosse ele. Lucas me segurou, sua respiração quente no meu ouvido, enquanto eu tremia.

A porta do elevador abriu com um ding irritante. Ele me beijou uma última vez, lento, como se não quisesse que aquilo acabasse. Depois, ajustou minha roupa com cuidado, como se eu fosse algo precioso.

Amanhã, mesmo lugar. Mesma hora.

Não respondi. Não precisei. O sorriso que trocamos já era resposta suficiente.

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Conto erótico enviado por Rafael, 32, advogado e escritor nas horas vagas.

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Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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