
Conto erótico: A tentação de Juliette, a gostosa do bairro

O sol da tarde batia forte na calçada, mas não era o calor que me fazia suar. Era ela. Juliette. A gostosa do bairro. Sempre de shortinho jeans rasgado, blusinhas coladas e aquele sorriso que prometia mais do que um simples “oi”. Todo mundo a conhecia. Todo mundo a desejava. Mas hoje, pela primeira vez, ela me olhou diferente.
Estava encostado no muro da minha casa, fingindo ajustar a bicicleta, quando ela passou. O cheiro de seu perfume — algo doce, com um toque cítrico — chegou antes dela. Juliette caminhava devagar, os quadris balançando num ritmo que parecia feito só para me torturar. Quando nossos olhos se encontraram, ela parou.
— Você tá sempre me espiando, não tá, Claudio? — disse, mordendo o lábio inferior, os olhos brilhando com uma malícia que me deixou duro na hora.
Não adiantava negar. Todo mundo no bairro sabia que eu vivia de olho nela. Mas hoje não era dia de fingimento.
— Não é espionar. É admirar — respondi, a voz mais grossa do que o normal. — E você sabe muito bem o efeito que causa.
Ela riu, um som baixo e quente, que me fez sentir como se já estivesse tocando aquela pele macia. Juliette se aproximou, o shortinho tão curto que eu via a marca da calcinha quando ela se movia. Meu corpo reagiu antes que eu pudesse controlar.
— Admirar não mata a fome — sussurrou, os dedos brincando com a barra da minha camiseta. — Ou mata?
Não respondi com palavras. Minhas mãos encontraram a cintura dela, puxando-a para perto. O corpo de Juliette era ainda mais quente do que eu imaginava, a pele sedosa debaixo dos meus dedos. Ela não resistiu. Pelo contrário, pressionou os seios contra meu peito, a respiração acelerada.
— A gente sempre pode testar — falei, a boca seca, enquanto minha mão deslizava pela coxa dela, sentindo os músculos firmes, a pele aquecida pelo sol.
Juliette não era tímida. Nunca fora. Suas mãos subiram pelo meu peito, as unhas arranhando levemente, como se marcasse território. Eu não ia reclamar. Não quando ela se arqueava contra mim, os lábios tão perto que eu sentia o hálito quente.
Conto erótico: O alemão e a noite em São Paulo— Sua mãe não tá em casa? — perguntou, os dedos brincando com o botão da minha calça.
— Não — respondi, a voz embargada. — E a sua?
Ela sorriu, um sorriso lento e perigoso, enquanto me empurrava contra a parede da garagem. O beijo veio sem aviso, quente e úmido, a língua dela explorando minha boca com uma urgência que me deixou sem ar. Minhas mãos afundaram no bumbum dela, apertando, enquanto Juliette se esfregava em mim, o corpo flexível e ágil.
— Acho que a gente devia aproveitar — sussurrou, os dedos ágeis abrindo meu zíper.
Não precisei de mais convite. Minhas mãos subiram pela blusa dela, encontrando os seios cheios, os mamilos duros sob o tecido fino. Juliette gemeu baixo, a cabeça inclinada para trás, enquanto eu chupava seu pescoço, sentindo o gosto salgado da pele dela.
— Você é ainda melhor do que eu imaginava — falei, a voz rouca, enquanto a levantava, encostando-a na parede.
Ela riu, as pernas envolvendo minha cintura, os olhos fixos nos meus.
— E você, Claudio, é bem mais ousado do que parecia.
Não havia mais volta. Não depois daquele olhar. Não depois daqueles gemidos abafados, daqueles quadris se movendo contra os meus, daquela urgência que tomou conta de nós dois. Juliette era a fantasia de todo mundo. Mas naquela tarde, ela era só minha.
E eu ia aproveitar cada segundo.
Conto erótico: O alemão e a noite em São Paulo
Conto erótico: O cowboy e a noite no sertãoConto erótico enviado por Ana L.
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