
Conto erótico: A promessa quebrada

A noite em Copacabana estava quente, o ar pesado com o cheiro de sal e desejo. Eu, Carlinhos, havia conhecido Amanda em um bar à beira-mar, e desde o primeiro olhar, a tensão entre nós era elétrica. Ela era loira, de pele bronzeada e um sorriso que prometia pecado. O vestido branco, colado ao corpo, deixava pouco para a imaginação.
— Quer subir? — perguntou, os dedos deslizando pelo meu braço enquanto saíamos do bar.
Não precisei pensar duas vezes.
Assim que fechamos a porta do apartamento dela, Amanda me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua invadindo sem cerimônia. Suas mãos exploraram meu corpo com urgência, enquanto eu sentia a ereção crescer a cada toque. O vestido dela caiu no chão, revelando um corpo esculpido, a calcinha de renda preta um convite irresistível.
— Eu quero você — sussurrou, enquanto desabotoava minha calça. — Mas só a cabecinha, tá?
A promessa durou menos que um suspiro.
Quando senti a ponta do meu pênis roçar na entrada dela, Amanda arqueou as costas, os lábios entreabertos, os olhos semicerrados. Mas o desejo falava mais alto. Com um movimento rápido, enfiei tudo, sentindo o calor úmido envolvendo minha ereção. Ela soltou um gemido, as unhas cravando nos meus ombros, enquanto eu a penetrava com uma força que a fez ofegar.
Conto erótico: O prazer que não espera permissão— Carlinhos, porra... — gemia, enquanto eu a levava contra a parede, cada investida mais profunda, mais intensa.
Não havia espaço para arrependimentos. As mãos dela se enlaçavam na minha cintura, os quadris empurrando contra mim, como se quisesse me sentir ainda mais fundo. O som dos nossos corpos se chocando ecoava pelo apartamento, misturado aos gemidos abafados.
— Assim, não para — implorou, enquanto eu aumentava o ritmo, sentindo o prazer crescer dentro de mim.
Ela não resistiu. Gozou primeiro, o corpo tremendo, os gemidos abafados pelo meu beijo. Não demorei a segui-la, liberando-me dentro dela, a respiração ofegante, o suor escorrendo pela pele.
Quando nos afastamos, Amanda me olhou com um sorriso malicioso, os lábios inchados, os cabelos desarrumados.
— Valeu a pena quebrar a promessa — disse, enquanto me puxava para a cama.
E naquela noite, exploramos cada limite do prazer sem mais mentiras.
Conto erótico: O prazer que não espera permissão
Conto erótico: A noite que reescreveu o mapaConto erótico enviado por C. Gomes, 34, Rio de Janeiro.
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Conto erótico: A promessa quebrada
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