
Conto erótico: A iniciação

O apartamento estava iluminado apenas pela luz fraca do abajur, criando um clima íntimo e quente. Eu, Fabinho, estava nervoso, mas excitado. Juliana, minha namorada, havia prometido me ensinar algo novo naquela noite. Algo que eu nunca tinha experimentado antes.
— Você está pronto? — perguntou, os olhos brilhando com malícia enquanto se aproximava, o corpo envolto em uma camisola de seda que mal escondia suas curvas.
— Acho que sim — respondi, sentindo o coração acelerar enquanto ela se ajoelhava na minha frente, as mãos deslizando pela minha cintura.
Juliana não perdeu tempo. Desabotoou minha calça com movimentos lentos, os dedos roçando a pele, enquanto eu observava, ofegante. Quando meu pênis ficou à mostra, ela o envolveu com a mão, o toque suave, mas firme.
— Vou te ensinar como fazer direito — sussurrou, a língua saindo para umedecer os lábios.
Senti um arrepio quando ela se aproximou, os lábios quentes envolvendo a ponta do meu pênis. Não era apenas o toque — era a visão dela ali, de joelhos, os olhos fixos nos meus, enquanto a língua traçava círculos lentos. Cada movimento era uma tortura deliciosa, uma mistura de prazer e nervosismo.
— Assim, Fabinho — murmurou, afastando-se por um segundo. — Use a língua, faça círculos, e não tenha pressa.
Conto erótico: A promessa quebradaEla voltou a me levar à boca, dessa vez com mais intensidade, os lábios apertados, a mão massageando a base. Eu observava cada detalhe, sentindo o prazer crescer dentro de mim, enquanto ela me mostrava como fazer.
— Agora é a sua vez — disse, levantando-se e guiando-me para que eu me ajoelhasse na frente dela.
Juliana afastou a camisola, revelando o corpo nu, os seios firmes, o sexo já úmido de excitação. Aproximei-me, repetindo os movimentos que ela havia feito, a língua traçando círculos na ponta do clitóris, os lábios envolvendo-a com cuidado. Ela soltou um gemido, os dedos enterrados nos meus cabelos, guiando-me.
— Assim, Fabinho... não para — sussurrou, ofegante, enquanto eu intensificava os movimentos, sentindo o corpo dela tremer.
Não parei. Cada gemido dela só aumentava minha confiança, até que ela gozou, as pernas tremendo, os dedos apertando meus ombros. Quando se afastou, o sorriso nos lábios, soube que havia feito certo.
— Acho que você aprendeu rápido — disse, puxando-me para um beijo intenso.
E naquela noite, exploramos cada limite do prazer juntos.
Conto erótico: A promessa quebrada
Conto erótico: O prazer que não espera permissãoConto erótico enviado por C. Gomes, 34, São Paulo.
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Conto erótico: A iniciação
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