Conto erótico: O saque do desejo – Vôlei, suor e o prazer que não sai da cabeça

Conto erótico: O Saque do Desejo – Vôlei, Suor e o Prazer que Não Sai da Cabeça

O ritmo das suas investidas era implacável, como se cada movimento fosse calculado para me levar ao limite. As mãos de Lucas seguravam minhas coxas com firmeza, os dedos cravados na pele, enquanto ele me levava a um ritmo que não deixava espaço para pensamentos — só para sensações.

O som das nossas respirações ofegantes se misturava ao eco das bolas batendo na quadra do lado de fora, como se o mundo inteiro estivesse aplaudindo o que acontecia ali, naquele vestiário vazio.

Assim, Amanda. Me diz que você quer mais, ele sussurrou, a voz rouca, enquanto seus lábios encontraram os meus novamente. Não era uma pergunta. Era uma ordem.

E eu obedeci.

Mais, Lucas. Não para.

Ele não parou.

Cada movimento era mais profundo, mais intenso, como se ele quisesse me marcar por dentro, me fazer sentir cada centímetro dele. O suor escorria pelos nossos corpos, colando nossas peles, enquanto o prazer crescia em ondas que ameaçavam me engolir. Eu me agarrei aos seus ombros, as unhas cravadas na pele, enquanto ele me levava a um segundo orgasmo, ainda mais forte que o primeiro.

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Isso, amor. Goza pra mim, ele rosnou, e eu explodi em mil pedaços, o corpo tremendo, a respiração cortada, o nome dele saindo dos meus lábios como uma prece.

Dessa vez, quando ele gozou, foi com um gemido longo, o corpo tenso, os dedos ainda mais apertados na minha cintura. Por um momento, só existia aquele calor, aquela conexão, aquele instante em que dois corpos se tornam um só, movidos por um desejo que não pode ser contido.

Quando finalmente nos separamos, ofegantes, Lucas me puxou para um beijo lento, como se quisesse saborear cada segundo daquilo que acabara de acontecer. Seus lábios roçaram os meus, e ele sorriu, um sorriso satisfeito, de quem havia acabado de ganhar o jogo mais importante da vida.

Acho que você merece um treinamento especial de agora em diante, ele sussurrou, os dedos traçando círculos na minha pele, como se já estivesse planejando a próxima vez.

E eu soube que ele estava certo.

Porque aquele não era só um momento. Era o começo de algo que ia me fazer lembrar, o dia inteiro, que o prazer pode ser tão intenso quanto um saque perfeito — e que, às vezes, o jogo mais quente acontece fora das quatro linhas.

Conto erótico enviado por Fernanda.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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