
Conto erótico: Outono de paixões caídas: Folhas vermelhas e encontros inesperados no bosque

O ar do outono carregava um perfume de terra molhada e folhas secas. Cada passo sobre o tapete dourado e carmesim do bosque era um sussurro, uma promessa. Eu caminhava sem destino, apenas deixando a brisa fresca acariciar meu rosto e levantar meus cabelos.
Foi então que o vi. Parado junto a um carvalho secular, ele parecia parte da paisagem, uma figura esbelta e enigmática cuja presença alterou a atmosfera ao meu redor. Seus olhos, profundos como o crepúsculo, encontraram os meus.
Nenhuma palavra foi necessária. Houve um reconhecimento instantâneo, uma corrente elétrica que percorreu a distância entre nós. Ele estendeu a mão, um convite silencioso. Eu a aceitei. Seus dedos envolveram os meus, firmes, quentes, e um calafrio percorreu minha espinha, não de frio, mas de pura antecipação.
Ele me puxou suavemente em sua direção, e o mundo ao redor desapareceu. O único som era o farfalhar das folhas sob nossos pés e o bater acelerado de meu próprio coração.
Ele me encostou no tronco rugoso da árvore. A casca era uma textura áspera contra minhas costas, um contraste delicioso com o macio de seu corpo pressionado contra o meu. Seu rosto se aproximou, e eu pude sentir o calor de sua respiração em meus lábios.
O cheiro dele era uma mistura intoxicante de homem, natureza e um desejo tão palpável que o tornava quase uma substância física. "Você tem o cheiro do outono", ele murmurou, a voz um baixo vibrante que fez meu estômago revirar. "E o gosto da chuva que está para vir."
Então, ele me beijou. Não foi um beijo delicado ou hesitante. Foi um beijo de posse, de fome repentina e insaciável. Seus lábios se moveram sobre os meus com uma urgência que espelhava a minha. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas, puxando-me mais para perto, eliminando qualquer centímetro de espaço entre nós.
Minhas mãos se enroscaram em seu cabelo, sentindo a textura grossa entre meus dedos enquanto eu o devorava, correspondendo à sua intensidade com a minha.
Conto erótico: Inverno gelado e noites quentes: O abraço que derrete o gelo do desejoA mão dele desceu, encontrando a barra de minha saia. Seus dedos dançaram sobre a pele exposta de minha coxa, traçando padrios de fogo que me fizeram gemer contra sua boca. O som pareceu encorajá-lo. Ele rompeu o beijo, seus olhos queimando com uma paixão selvagem.
Com um movimento fluido, ele ergueu minha saia, seus dedos encontrando a renda de minha calcinha. Ele não a tirou. Apenas a afastou, seu toque explorando, descobrindo a umidade que já havia se formado, um testemunho do efeito que ele tinha sobre mim.
Seus dedos eram mágicos, habilmente encontrando meu ponto mais sensível, movendo-se em círculos lentos e deliberados que me deixaram ofegante. Meus joelhos fraquejaram, e ele me sustentou com seu corpo, sua outra mão segurando firme meu quadril.
"Você gosta disso?", ele sussurrou no meu ouvido, sua voz um sopro quente que me fez estremecer. Eu só conseguia assentir, minha cabeça jogada para trás, perdida na onda de prazer que ele construía dentro de mim.
Ele se ajoelhou. O ato em si foi uma rendição, uma adoração. Ele levantou uma de minhas pernas, colocando-a sobre seu ombro. A posição me deixou exposta, vulnerável e incrivelmente excitada. Ele me olhou por um momento, um sorriso satisfeito nos lábios antes de inclinar a cabeça e me provar. A primeira lambedela foi um choque. A segunda, uma revelação.
Ele não tinha pressa. Ele me explorou com sua boca e sua língua, aprendendo cada curva, cada reação, cada pulsação. Meus gemidos preencheram o ar silencioso do bosque, misturando-se com o canto dos pássaros e o farfalhar das folhas. A tensão dentro de mim se construiu, uma corda sendo esticada até seu limite, até que, com um grito abafado, eu se desfez em um orgasmo que me sacudiu até a alma.
Ele se levantou, desabotoando as calças. Seu membro estava ereto, pronto. Ele me ergueu facilmente, e eu envolvi minhas pernas em torno de sua cintura. Ele me entrou lentamente, me enchendo completamente. A sensação de estar tão cheia, de estar tão conectada a ele naquele lugar primitivo, foi avassaladora. Ele começou a se mover, um ritmo poderoso e profundo que me levou a um novo pico de desejo.
Cada batida era uma afirmação, cada movimento uma nova descoberta. Nossos corpos se uniram em uma dança antiga, sob o olhar atento das árvores centenárias, enquanto as folhas vermelhas caíam ao nosso redor como uma chuva silenciosa de paixão.
Conto erótico: Inverno gelado e noites quentes: O abraço que derrete o gelo do desejo
Conto erótico: Primavera em chamas – A flor que desabrocha no prazer proibidoConto erótico enviado por putinha de Santa Catarina.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Outono de paixões caídas: Folhas vermelhas e encontros inesperados no bosque
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up







Deixe um comentário