
Conto erótico: Os contos gays que todo mundo está comentando!

A noite estava quente e úmida quando o encontrei naquela galeria de arte. Rafael era exatamente como eu imaginara: olhos profundos que pareciam guardar segredos, mãos delicadas que seguravam seu copo de vinho com uma firmeza intrigante.
Nossos olhares se cruzaram por um instante, mas foi suficiente para sentir a eletricidade entre nós.
"Você aprecia arte abstrata?" ele perguntou, aproximando-se com um sorriso que revelou um pequeno dente levemente torto, detalhe que tornava seu rosto ainda mais cativante.
"Eu aprecio o que me desperta sensações," respondi, deixando a dupla intenção pairar no ar entre nós.
A conversa fluiu naturalmente enquanto caminhávamos pelas salas expositivas. Cada obra se tornava pretexto para toques acidentais em nossos braços, para nossos dedos que se encontravam brevemente ao apontar detalhes nas telas. A tensão crescia, palpável como o cheiro da chuva que começava a cair lá fora.
"Conheço um lugar mais próximo," ele sussurrou ao meu ouvido, seu bafo quente contra minha pele. "Meu apartamento fica a duas quadras."
Nossa caminhada sob a chuva foi silenciosa, mas cada passo era carregado de expectativa. Dentro do elevador, ele me pressionou contra a parede fria, seu corpo firme contra o meu, seus lábios encontrando meu pescoço enquanto seus dedos exploravam as costas por baixo de minha camisa.
A porta mal se fechou atrás de nós e já estávamos nos despindo, roupas espalhadas pelo chão como trilhas de nossa urgência. Seus lábios eram mais saborosos do que eu imaginara, e a forma como suas mãos percorriam meu corpo revelavam uma experiência que me fez suspirar contra sua boca.
Conto erótico: Histórias gays que vão derreter seu coração"Desde que te vi," ele murmurou entre beijos, "só consigo pensar em como seria te possuir."
O quarto estava iluminado apenas pela luz da rua que entrava pela janela ampla. Ele me levou para a cama, seus movimentos seguros e deliberados. A maneira como seus dedos encontraram cada ponto sensível do meu corpo parecia ensaiada, como se ele já tivesse memorizado um mapa de meu prazer.
Nossos corpos se entrelaçaram em uma dança que começou lenta e exploratória, mas logo se transformou em algo mais primal, mais desesperado. Cada gemido, cada movimento, cada toque era uma descoberta mútua.
A intensidade entre nós cresceu até que nada mais existia além da pele contra pele, do calor compartilhado, dos nomes sussurrados no momento do clímax.
Horas depois, enquanto a chuva já havia parado e a primeira luz da manhã começava a se infiltrar pela janela, ele desenhava pequenos círculos em meu peito. "Isso foi inesperado," disse ele, sua voz rouca de sono e satisfação.
"Às vezes," respondi, virando-me para beijar sua testa, "as conexões mais intensas nascem do inesperado."
Aquele foi o primeiro de muitos encontros que transformaram uma simples atração em algo mais profundo, mais selvagem. Cada vez que nos encontrávamos, descobríamos novas camadas de desejo, novas formas de prazer, novas maneiras de nos conectar além do físico.
Conto erótico enviado por Lucas e Mateus.
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Conto erótico: Encontro no elevador, o primeiro capítulo de uma série gayEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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