
Conto erótico: O toque proibido

O apartamento estava iluminado apenas pela luz fraca do abajur, criando um clima íntimo e quente. Eu, Claudio, estava deitado na cama com Larissa, uma mulher de pele morena e curvas que pareciam feitas para o pecado.
O vestido preto que ela usava havia sido abandonado no chão, e agora só restava a lingerie de renda, que mal conseguia conter seus seios firmes e a bunda redonda.
— Você gosta de brincar, não é? — perguntou, os olhos brilhando com malícia enquanto se aproximava, o corpo colado no meu.
— Depende do tipo de brincadeira — respondi, sentindo o calor subir pelo pescoço enquanto minhas mãos deslizavam pela cintura dela, apertando levemente a pele macia.
Larissa não perdeu tempo. Empurrou-me suavemente para que eu me deitasse, e então se ajoelhou entre as minhas pernas, os dedos traçando círculos no meu peito, descendo até a cintura. Mas eu queria mais. Queria explorar cada centímetro dela.
Com um movimento rápido, virei-a de costas para mim, as mãos deslizando pelas curvas da bunda, apertando com uma posse que a fez gemer. Ela arqueou as costas, oferecendo-se, enquanto eu puxava a calcinha de renda para o lado, revelando o cuzinho apertado, convite irresistível.
— Claudio... — sussurrou, a voz trêmula, enquanto eu passava a pontinha do dedo entre as nádegas, traçando círculos lentos, provocantes.
— Shhh — respondi, sentindo a pele dela arrepiar, o corpo tensionar com a expectativa.
Conto erótico: A iniciaçãoNão entrei. Não ainda. Brinquei, explorando a entrada com a ponta do dedo, enquanto a outra mão deslizava para a frente, encontrando o sexo molhado. Larissa soltou um gemido abafado, os dedos cravando nos lençóis, enquanto eu alternava entre os toques, criando uma tortura deliciosa.
— Por favor... — implorou, empinando a bunda, como se quisesse mais.
Sorri. Não era de negar um pedido tão sincero.
Com um movimento suave, enfiei a ponta do dedo no cuzinho dela, enquanto os dedos da outra mão massageavam o clitóris. Larissa arquejou, o corpo tremendo, enquanto eu intensificava os movimentos, sentindo-a se contrair ao meu redor.
— Assim, Claudio... não para — gemia, ofegante, enquanto eu a levava cada vez mais perto do limite.
Não parei. Aumentei o ritmo, os dedos trabalhando em sincronia, até que ela gozou, o corpo tremendo, os gemidos abafados pelo travesseiro. Só então me afastei, virando-a para que ficasse de frente para mim, os olhos brilhando com uma mistura de prazer e desejo ainda não saciado.
— Agora é a minha vez — disse, enquanto a puxava para um beijo intenso.
E naquela noite, exploramos cada limite do prazer.
Conto erótico: A iniciação
Conto erótico: A promessa quebradaConto erótico enviado por C. Gomes, 34, Salvador.
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Conto erótico: O toque proibido
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