Conto erótico: O segredo do chalé

Conto erótico: O segredo do chalé

A chuva começou a cair forte assim que eu e meu cunhado, Rafael, chegamos ao chalé. Um problema inesperado na estrada nos forçou a passar a noite lá, sozinhos. A tensão no ar era palpável, tão espessa quanto o cheiro de pinho e terra molhada.

Ele tirou o casaco encharcado, revelando a camisa branca colada ao torso definido. Seus músculos saltavam a cada movimento, um lembrete silencioso da atração que eu insistia em ignorar há anos.

"Vou acender a lareira," ele disse, a voz um pouco mais rouca que o normal.

Enquanto ele se agachava, observei, hipnotizada, como as costuras de seu jeans esticavam sobre suas coxas. O calor das chamas começou a espalhar uma onda sensual pelo ambiente, combatendo o frio lá fora. Eu me sentei no sofá de veludo, puxando o cobertor sobre minhas pernas.

"Está tremendo," Rafael comentou, aproximando-se. Seus olhos escuros não pareciam mais dispostos a disfarçar.

"É o frio," menti.

Ele sentou ao meu lado, sua perna pressionando a minha através do cobertor. O toque era elétrico, proibido. Seu braço encontrou o encosto do sofá atrás de mim, envolvendo-me em seu calor e seu cheiro amadeirado.

"Luana," ele sussurrou, meu nome saindo como uma prece em seus lábios. "Há quanto tempo a gente finge que não vê isso?"

Não respondi. Não precisava. Seu rosto se inclinou, e seu hálito quente acariciou minha boca um instante antes de seus lábios finalmente encontrarem os meus. O beijo não foi hesitante. Foi uma explosão de desejo contido, profundo, úmido e cheio de língua.

Minhas mãos subiram para seu cabelo, puxando-o para mais perto, enquanto ele me empurrava para trás, contra os almofadados.

Seus dedos desabotoaram minha blusa com uma urgência que me fez arfar. Quando sua boca encontrou meu seio, envolvendo o mamilo endurecido, um gemido escapou da minha garganta. Era tudo tão intenso, tão errado e tão incrivelmente certo.

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"Preciso te sentir, Luana. Agora," ele rosnou, seus dedos deslizando para dentro da minha calça.

Arquei sob seu toque, meus quadris encontrando a pressão experiente de sua mão. Ele me tocava como se me conhecesse, como se soubesse exatamente como me fazer perder o controle. As paredes que eu havia construído por anos desmoronavam com cada carícia, cada beijo roubado.

Em um movimento fluido, ele me levantou do sofá e me levou para o quarto, nossos corpos ainda unidos. A luz suave do abajur iluminava os contornos de seus músculos enquanto ele tirava o que restava de nossas roupas. Deitada na cama, eu o observei, admirando o corpo que eu só tinha ousado olhar de relance em jantares de família.

Quando ele entrou em mim, foi com um olhar fixo e uma conexão que me tirou o fôlego. Um longo e profundo gemido saiu dos meus lábios. Ele preencheu cada centímetro do meu ser, movendo-se com uma cadência que era ao mesmo tempo dominante e reverente.

"Você é mais linda do que eu jamais imaginei," ele respirou perto do meu ouvido, suas mãos entrelaçando-se nas minhas.

Seus movimentos aceleraram, e eu me entreguei completamente, minhas pernas envolvendo sua cintura, puxando-o para mais fundo. A sensação era avassaladora, uma combinação de calor, fricção e uma intimidade proibida que elevava cada sensação ao extremo.

O som de nossos corpos se encontrando, dos gemidos abafados e da chuva batendo na janela criou uma sinfonia de prazer.

Olhei em seus olhos enquanto a tensão dentro de mim se acumulava, um turbilhão incontrolável. Ele viu, entendeu e mergulhou ainda mais fundo.

"Vem comigo," ele ordenou, sua voz um comando sussurrado.

E eu fui. Meu corpo explodiu em ondas de um prazer tão intenso que me fez gritar seu nome. Sentir seus próprios espasmos dentro de mim, seu corpo tremendo sobre o meu, foi a confirmação final de que aquela noite havia mudado tudo.

Ficamos deitados, entrelaçados, ouvindo a chuva diminuir, sabendo que o segredo do chalé seria nosso para sempre.

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Conto erótico enviado por Luana.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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