Conto erótico: O prazer proibido do escritório

Conto erótico: O prazer proibido do escritório

A chuva batia forte nas janelas do prédio, o som abafado pelo ar-condicionado. Era tarde, e o escritório estava vazio — exceto por nós dois. Eu, Ana, ainda ajustava os últimos detalhes de um relatório, enquanto ele, meu chefe, Daniel, observava do outro lado da mesa, os olhos escuros fixos em mim.

Havia semanas que a tensão entre nós era palpável, um jogo de olhares, sorrisos roubados e toques acidentais que não eram tão acidentais assim.

Você deveria ir para casa — disse ele, a voz baixa, enquanto se aproximava. — Já é tarde.

Quase termino — respondi, sentindo o calor subir pelo pescoço quando ele se apoiou na mesa, o corpo tão perto que podia sentir o cheiro do perfume dele, algo amadeirado e intoxicante.

Ou eu poderia te ajudar a relaxar — murmurou, os dedos roçando os meus, tirando a caneta da minha mão.

Não resisti.

Ele me puxou para perto, e quando nossos lábios se encontraram, foi como um incêndio. A língua dele invadiu minha boca com uma urgência que me deixou sem fôlego. Suas mãos desceram pelas minhas costas, apertando minha bunda com uma posse que me fez gemer.

Daniel… — sussurrei, mas ele abafou o protesto com outro beijo, mais profundo, mais possessivo.

Shhh — disse, enquanto me empurrava contra a mesa, os papéis caindo no chão. — Ninguém vai nos ouvir.

As mãos dele subiram pela minha saia, arrancando a calcinha com um movimento rápido. O ar frio do escritório contrastava com o calor entre minhas pernas. Quando ele se ajoelhou, senti o coração disparar.

Você está encharcada — sussurrou, a boca quente tão perto de mim que quase perdi o controle.

A primeira lambida foi lenta, deliberada. Um gemido escapou dos meus lábios, e minhas mãos se enterraram nos cabelos dele, puxando-o mais para perto. Ele não tinha pressa. Explorou cada centímetro, a língua desenhando círculos, sugando, mordiscando, até que meu corpo tremia de prazer.

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Porra, Daniel… eu vou gozar — avisei, mas ele não parou. Pelo contrário, intensificou, e quando a onda me atingiu, foi com uma força que me deixou sem ar, os quadris empurrando contra o rosto dele, os gemidos abafados pela minha própria mão.

Ele se levantou, os lábios brilhantes, o desejo estampado no rosto.

Agora é a minha vez — disse, desabotoando a calça.

Não precisei de mais convite. Ajoelhei-me na frente dele, as mãos tremendo enquanto puxava o zíper. Ele estava duro, pulsante, e quando levei à boca, senti o gosto salgado da excitação. Daniel soltou um rosnado, os dedos enterrados nos meus cabelos, guiando meus movimentos.

Assim, ana… não para — ordenou, a voz rouca.

Chupei com mais força, a língua traçando veias, os lábios apertados, até que ele soltou um gemido gutural.

Vou gozar — avisou, mas não me afastou.

A primeira jorrada foi quente, espessa, atingindo minha bochecha, depois os lábios, a testa. Fechei os olhos, sentindo o prazer dele como se fosse meu, a respiração ofegante, o corpo tremendo.

Quando abri os olhos, ele me olhava com uma mistura de satisfação e desejo ainda não saciado.

Amanhã, vamos trancar a porta — prometeu, ajudando-me a levantar.

E eu soube que não ia resistir.

Conto erótico enviado por L. Martins, 34, São Paulo.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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