
Conto erótico: Minha primeira siririca, uma noite de prazer inesquecível

A memória ainda queima como fogo lento. Foi numa sexta-feira, o ar pesado de verão grudava na pele, e o cheiro de chuva distante misturava-se ao perfume cítrico do corpo dela. Clara, 22 anos, olhos verdes e um sorriso que prometia mais do que palavras.
Eu, recém-chegado aos 25, com as mãos trêmulas de quem sabe que está prestes a cruzar uma fronteira sem volta.
Seu apartamento era pequeno, mas cada canto parecia conspirar a nosso favor. A luz amarela da luminária desenhava sombras no colo dela, enquanto seus dedos brincavam com a borda do copo de vinho. O toque do líquido frio em meus lábios não era nada comparado ao calor que subia pela minha garganta cada vez que nossos olhares se encontravam.
— Você já fez isso antes? — ela perguntou, a voz baixa, quase um sussurro.
Balancei a cabeça, sem coragem para mentir. Clara sorriu, como se minha inexperiência fosse o afrodisíaco mais potente da noite. Seus dedos, finos e quentes, deslizaram pelo meu antebraço, deixando um rastro de arrepios.
— Não se preocupe. Vou te guiar.
Ela se levantou, e o vestido preto, justo demais para ser inocente, escorregou pelos seus quadris enquanto caminhava até o sofá. O tecido caiu no chão como um suspiro. Fiquei parado, hipnotizado pela curva de suas costas, pela maneira como a calcinha de renda se ajustava a ela. Quando se virou, seus seios firmes desafiavam a gravidade, os mamilos já duros pedindo atenção.
— Venha aqui — ordenou, e eu obedeci.
O primeiro toque foi elétrico. Sua pele macia sob minhas palmas, o cheiro de seu shampoo de coco invadiu meus sentidos. Clara segurou minha mão e a guiou entre suas coxas, onde o calor era quase insuportável. A umidade da excitação dela me fez engolir em seco.
Conto erótico: Quando ele gozou nos meus pés— Devagar — ela murmurou, enquanto meus dedos exploravam o tecido sedoso da calcinha. — Sinta como eu estou.
E eu senti. Cada gemido abafado, cada tremor quando afastei a renda e encontrei o centro quente e úmido do seu prazer. Clara arqueou as costas, os dedos enterrados em meus cabelos, puxando-me para um beijo que tinha gosto de vinho e desejo.
— Agora — ela ofegou, empurrando minha cabeça para baixo.
O primeiro contato da minha língua com ela foi uma revelação. O sabor salgado e doce, a textura aveludada, os gemidos que escapavam de sua garganta como uma melodia. Clara se contorcia, suas mãos me guiando, ensinando. Cada movimento meu era respondido com um suspiro mais longo, um tremor mais intenso.
— Assim, não pare — sua voz era um fio, quase quebrada.
Eu não pretendia parar. O mundo havia se reduzido àquele ponto de contato, à maneira como seu corpo respondia ao meu. Quando seus quadris começaram a se mover em círculos, quando seus dedos se fecharam em punhos nos meus cabelos, soube que estava próximo. E então ela veio, em ondas, seu corpo se contraindo contra minha boca, o nome dela um grito abafado no ar.
Quando finalmente me afastei, seus olhos estavam vidrados, os lábios entreabertos. Clara me puxou para cima, seus beijos agora urgentes, como se quisesse me devorar.
— Você aprende rápido — ela riu, ofegante, enquanto suas mãos desciam pelo meu corpo.
A noite ainda era jovem, e eu já sabia: nenhuma outra experiência seria como a primeira.
Conto erótico: Quando ele gozou nos meus pés
Conto erótico: A esposa carinhosa e o moleque do condomínioConto erótico enviado por Rafael, 32 anos, escritor e explorador de prazeres sensoriais.
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