
Conto erótico: Gay curto, grosso e direto

A noite caía sobre a cidade como um manto quente, grudento de promessas. O ar condicionado do meu apartamento mal conseguia competir com o calor que subia pela minha pele enquanto eu observava, pela terceira vez, a mensagem no celular: “Vou passar aí daqui a vinte. Prepare algo para beber… e para mim.”
Era a voz de Lucas, aquele sorriso torto e os dedos que sabiam exatamente onde tocar.
Eu não precisava de mais tempo. Vinte minutos bastavam para transformar o quarto em um cenário de desejo. Velas acesas, lençóis de seda escorregando entre os dedos, o cheiro de âmbar e baunilha se misturando ao suor que já começava a brotar na minha nuca. O som da campainha ecoou antes mesmo que eu terminasse de ajustar o colarinho da camisa aberta, propositalmente desalinhada.
A porta se abriu. Lucas entrou como uma tempestade controlada, os olhos escuros varrendo meu corpo antes mesmo de um cumprimento. Seu perfume, madeira úmida e algo cítrico, invadiu meus sentidos. Não houve palavras. Só o estalo seco da porta fechando e o peso do seu corpo me empurrando contra a parede.
Suas mãos, ásperas e quentes, deslizaram pela minha cintura, puxando-me para um beijo que não era pedido, era ordem.
— Você demorou — murmurei entre dentes, enquanto seus lábios traçavam um caminho pela minha mandíbula, descendo.
— Valia a pena — ele respondeu, a voz rouca, os dedos já trabalhando nos botões da minha camisa. Cada toque era uma faísca, cada respiração ofegante um convite para mais. A camisa caiu no chão. Suas unhas arranharam minha pele, marcando território, e eu arqueei as costas, oferecendo-me sem reservas.
O sofá ficou pequeno para o que vinhamos nos prometendo há semanas. Lucas me empurrou sobre ele, ajoelhando-se entre minhas pernas. Seus dedos, hábeis, desamarraram o cinto com uma lentidão torturante. Eu podia sentir o calor do seu hálito através do tecido da minha calça, a promessa do que viria.
Conto erótico: Gay que vai te deixar louco de tesão agora!— Você vai gemer meu nome — ele sussurrou, os lábios roçando a linha da minha cueca. Não era pergunta.
E eu gemi.
Não havia espaço para pensamentos coerentes, só para sensações: a pressão dos seus dedos, a umidade da sua boca, o som gutural que escapou da minha garganta quando ele finalmente me levou além do limite. Cada movimento era calculado, cada suspiro sincronizado.
O mundo se reduziu àquele quarto, àquele sofá, àquele homem que parecia determinado a me desmontar peça por peça.
Quando seus lábios encontraram os meus novamente, o gosto de nós dois se misturou. Lucas sorriu contra minha boca, satisfeito, enquanto suas mãos exploravam o que já era seu.
— Ainda aguenta mais? — ele perguntou, os olhos brilhando com um desafio que eu não tinha como recusar.
E eu não queria.
Conto erótico enviado por Rafael Oliveira.
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