
Conto erótico: Dominada pelo prazer

A noite caía sobre o Rio de Janeiro, e o ar condicionado do meu apartamento mal conseguia amenizar o calor que sentia na pele. Daniel estava sentado no sofá, os olhos escuros fixos em mim enquanto eu servia dois copos de vinho. Ele tinha 35 anos, corpo esculpido em anos de academia e um sorriso que prometia coisas que eu mal ousava imaginar.
— Você sabe o que eu quero, não sabe? — Sua voz era baixa, quase um rosnado, enquanto aceitava o copo. Os dedos dele roçaram nos meus, e um arrepio percorreu minha coluna.
— Acho que sei. — Minha resposta saiu como um sussurro, mas o desafio estava claro.
Ele sorriu, lento, perigoso.
— Venha aqui. — Não era um convite.
Aproximei-me, sentindo o cheiro do perfume dele — algo cítrico, mas com um toque de tabaco. Sua mão segurou meu queixo, levantando meu rosto.
— Ajoelhe. — A ordem era suave, mas inegociável.
O tapete macio acolheu meus joelhos. Ele afastou uma mecha de cabelo do meu rosto, os dedos quentes contra minha pele.
— Abra a boca. — Sua voz era firme, e eu obedeci sem hesitar.
O primeiro toque foi quente, salgado. Ele guiou meu rosto com cuidado, mas sem pressa. Sentia o peso dele em meus lábios, a textura aveludada deslizando entre minha língua e o céu da boca.
— Assim… — Seu polegar acariciou minha bochecha. — Relaxe a garganta.
Fechei os olhos, concentrando-me na respiração. Cada movimento era controlado, preciso. Ele não tinha pressa. Queria me sentir, me dominar.
— Isso. — Sua voz estava mais rouca agora. — Você foi feita para isso.
Meus dedos cravaram-se em suas coxas, sentindo os músculos tensos sob a calça. Ele começou a se mover, devagar, cada investida um pouco mais profunda. O som úmido enchia o silêncio da sala, misturado aos nossos suspiros.
— Olhe para mim. — Sua mão apertou meu cabelo, não com força, mas com autoridade.
Conto erótico: A entrega especialAbrir os olhos foi um desafio. Ver o prazer estampado no rosto dele, os lábios entreabertos, os olhos semicerrados, só aumentava a excitação. Minhas mãos subiram, agarrando sua cintura, como se eu pudesse me ancorar em meio à tempestade de sensações.
— Mais fundo. — Ele empurrou um pouco mais, e eu senti a ponta tocando minha garganta. Engoli, sentindo-o deslizar ainda mais.
— Porra, assim. — Sua respiração estava acelerada, os quadris começando a se mover em um ritmo constante. — Você é tão boa nisso.
Cada palavra dele era um estímulo. Minhas pernas tremiam, o calor entre elas se tornando insuportável. Uma de suas mãos abandonou meu cabelo, deslizando entre minhas coxas.
— Você está molhada. — Não era uma pergunta. Dois dedos pressionaram o tecido da minha calcinha, e eu gemi em torno dele.
— Não goze ainda. — Sua ordem era clara, mas meu corpo não queria obedecer.
Ele aumentou o ritmo, os quadris batendo contra meu rosto com mais intensidade. Eu o sentia em toda parte — no gosto, no cheiro, no som dos nossos corpos se encontrando.
— Toque-se. — Sua voz era um comando, e eu não pensei duas vezes.
Meus dedos encontraram o clitóris inchado, e um gemido escapou de minha garganta. Ele soltou um rosnado de aprovação, as mãos agora seguras em minha cabeça, guiando-me no ritmo que queria.
— Isso, assim… — Sua voz estava tensa, os músculos das coxas tremendo. — Vou gozar, e você vai engolir tudo.
O prazer explodiu dentro de mim antes que eu pudesse me preparar. Minhas pernas tremeram, e um orgasmo intenso me varreu, enquanto ele se entregava ao próprio clímax, os dedos ainda pressionando meu clitóris.
— Boa garota. — Ele murmurou, acariciando meu cabelo enquanto eu recuperava o fôlego.
Quando finalmente me soltei, seus dedos puxaram meu queixo para cima, e ele me beijou. Não era um beijo doce. Era sujo, possessivo, cheio de promessas para a próxima vez.
— Isso foi só o começo. — Ele sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de satisfação e desejo.
E eu sabia que ele estava certo.
Conto erótico: A entrega especial
Conto erótico: O jogo da confiançaConto erótico enviado por Fernanda L., 31 anos, Rio de Janeiro.
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