
Conto erótico: Clímax - O momento antes da queda

A chuva batia forte nas janelas do apartamento, o som abafado pela música baixa que tocava no fundo. Ela estava deitada na cama, o lençol apenas cobrindo metade das pernas, os olhos fixos nos meus enquanto eu me aproximava. Não precisávamos de palavras. O ar já estava carregado há horas, cada olhar, cada toque casual durante o jantar, construindo uma tensão que agora ameaçava explodir.
— Você vai me fazer esperar mais? Ela perguntou, a voz rouca, os dedos brincando com a borda do lençol.
— Depende — respondi, sentando-me na beira da cama, os dedos traçando um caminho lento pela pele dela, do tornozelo até a coxa. — Do quanto você aguenta.
Ela arqueou as costas, um gemido baixo escapando dos lábios quando minha mão subiu mais, os dedos deslizando por baixo do lençol, encontrando o calor úmido entre as pernas.
— Não brinca — sussurrou, as unhas cravando no meu ombro.
— Não estou brincando — respondi, a boca encontrando a dela, o beijo urgente, faminto.
Ela se contorceu debaixo de mim, as pernas se abrindo mais, convidando, exigindo. Minhas mãos exploraram cada curva, cada suspiro dela alimentando o fogo que queimava dentro de mim. Quando finalmente me afastei, só por um segundo, foi para ver o rosto dela, os olhos fechados, os lábios entreabertos, a respiração ofegante.
— Por favor — ela pediu, a voz quase um lamento.
Não a fiz esperar mais.
Conto erótico: Encontro - O calor da primeira vezEntrei nela com um movimento só, sentindo-a se apertar ao meu redor, quente, úmida, perfeita. Cada empurrão era uma promessa, cada gemido dela, uma confirmação de que estávamos no mesmo ritmo, na mesma busca.
— Assim — ela sussurrou, as pernas envolvendo minha cintura, me puxando mais fundo. — Não para.
E eu não parei.
O ritmo aumentou, os corpos colados, o suor escorrendo, a cama rangendo. Ela se agarrou a mim, as unhas marcando minha pele, os gemidos ficando mais altos, mais desesperados.
— Estou perto — avisei, a voz trêmula, sentindo o corpo dela tensionar, pronto para o mesmo fim.
— Juntos — ela pediu, a voz quebrada.
E foi assim que chegamos ao clímax — juntos, ofegantes, os corpos tremendo, o prazer explodindo em ondas que pareciam não ter fim.
Quando finalmente nos separamos, foi com um beijo lento, um sorriso satisfeito, e a certeza de que, naquela noite, não haveria sono.
Só mais.
Conto erótico: Encontro - O calor da primeira vez
Conto erótico: Loira rabuda - A tentação que não resistiConto erótico enviado por Lucas, 33, que acredita que o melhor clímax não é só físico — é emocional, é compartilhado, é inesquecível.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Clímax - O momento antes da queda
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