Conto erótico: Capítulos de paixão gay que não param

Conto erótico: Capítulos de paixão gay que não param

A chuva batia nas janelas do meu apartamento no centro de São Paulo, um ritmo hipnótico que combinava com o jazz baixo no rádio. Era uma sexta-feira, e o ar úmido colava a camisa no meu corpo enquanto eu preparava um uísque para afogar a semana. Não esperava companhia, até que o interfone tocou.

Era ele. Daniel, meu vizinho do terceiro andar, aquele que sempre trocava um olhar demorado no elevador. Desta vez, não havia desculpas nem rodeios. Apenas um sorriso torto e a pergunta que quebrou qualquer resistência: “Posso entrar?”

A porta se abriu antes que eu terminasse de responder.

Seus dedos, ainda frios da chuva, deslizaram pelo meu antebraço quando ele passou. Um toque sutil, mas suficiente para acender algo que vinha sendo ignorado há semanas. O cheiro de colônia masculina misturado à umidade da noite invadiu meu espaço, e de repente, o apartamento parecia menor, mais íntimo.

— Você sempre me olha como se quisesse algo — murmurei, encostando-o na parede. Minha boca encontrou seu pescoço, e o gosto salgado de sua pele me fez apertar os dentes.

— Porque eu quero — respondeu, as mãos já desabotoando minha camisa com urgência. — E você também.

Não havia como negar. O desejo era uma corrente elétrica entre nós, cada respiração ofegante, cada gemido abafado, uma confirmação. Suas unhas cravaram em minhas costas quando o beijei com força, e o som úmido de nossas línguas se encontrando ecoou pelo corredor.

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O sofá ficou pequeno demais. Ele me empurrou sobre o encosto, ajoelhando-se entre minhas pernas. Os dedos ágeis desamarraram meu cinto, e o ar frio da sala contrastou com o calor de sua boca descendo pelo meu abdômen. Cada centímetro explorado era uma promessa, uma tortura deliciosa.

— Devagar — pedi, mas minha voz soou mais como um gemido.

— Não — ele riu, os lábios quentes agora envolvendo minha ereção. — Você não quer devagar.

E ele estava certo.

A noite se estendeu em ondas de prazer, entre suspiros e pele suada. Cada movimento era uma descoberta, cada toque uma revelação. Quando finalmente gozei, foi com seu nome nos lábios, e a certeza de que aquela não seria a última vez.

A chuva parou. A cidade continuava lá fora, indiferente. Mas dentro daquele apartamento, algo havia mudado para sempre.

Conto erótico enviado por Rafael, 32, designer gráfico e apaixonado por noites de paixão que começam sem aviso.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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