Conto erótico: BDSM poliamoroso

Conto erótico: BDSM poliamoroso

Eu tinha 28 anos quando mergulhei no mundo do BDSM poliamoroso. Meu namorado, Marco, de 30 anos, e nossa parceira, Elisa, de 26, formávamos um trio unido pela confiança e pelo desejo.

Marco era dominante, alto e musculoso, com mãos que sabiam comandar. Elisa, submissa como eu, tinha curvas suaves, pele clara e um olhar que implorava por mais. Nossas noites eram rituais de prazer consensual, com palavras de segurança sempre prontas – "vermelho" para parar, "amarelo" para pausar.

Naquela sexta, no nosso loft em Curitiba, o ar cheirava a couro e incenso. Marco nos preparou: "De joelhos, minhas submissas." Obedecemos, nuas, o chão frio arrepiando minha pele. Ele vestia apenas calças de couro, o peito largo brilhando sob a luz baixa. Elisa e eu nos olhamos, um sorriso cúmplice passando entre nós, o desejo já úmido entre minhas coxas.

Marco amarrou minhas mãos atrás das costas com cordas macias, o nó apertado mas confortável, testando a circulação. "Boa garota", murmurou, sua voz grave enviando vibrações pelo meu corpo. Virou-se para Elisa, algemando seus pulsos a uma barra no teto, esticando seus braços, expondo seus seios cheios. "Vocês são minhas", disse ele, circulando-nos como um predador.

Meu coração batia forte, a antecipação me fazendo ofegar.

Começou com Elisa. Pegou um chicote de couro macio, traçando linhas leves pelas suas costas. "Conte os golpes", ordenou. "Um... dois...", gemeu ela, cada estalo ecoando, deixando marcas rosadas que a faziam se contorcer. Eu observava, excitada, sentindo meu clitóris pulsar. Marco se aproximou de mim, seus dedos traçando meu pescoço, descendo para pinçar meus mamilos endurecidos.

"Sua vez, amor." O chicote roçou minha bunda, depois veio o primeiro golpe – uma queimação deliciosa que se transformava em calor.

"Mais, por favor", implorei, voz rouca. Ele riu baixo, alternando entre nós, o ritmo crescendo. Elisa gemia alto, quadris rebolando no ar. "Toquem-se", comandou Marco. Estiquei-me para beijá-la, nossas línguas se entrelaçando enquanto ele nos observava.

Minhas mãos presas, usei o corpo para roçar nela, sentindo sua umidade escorrer pela perna.

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Marco nos libertou parcialmente, guiando-nos para a cama. "Deitem-se de costas." Amarrou nossas pernas abertas, expondo-nos. Seus olhos famintos nos devoravam. "Vou fazer vocês implorarem." Começou com Elisa, dedos mergulhando nela devagar, curvando para acertar seu ponto G.

"Marco, sim!", gritou ela, arqueando. Ele se virou para mim, boca descendo, língua circulando meu clitóris com precisão cruel. Gemi, o prazer misturando-se à frustração das amarras.

"Quero vocês juntas", disse ele, posicionando Elisa sobre mim em 69. Sua boceta sobre meu rosto, o cheiro almiscarado me inebriando. Lambi-a vorazmente, sentindo sua língua me retribuir, chupando com fome. Marco assistia, masturbando-se devagar, o pau grosso e ereto.

"Boas garotas", elogiou, unindo-se. Penetrou Elisa por trás, cada estocada empurrando sua boca mais fundo em mim. O ritmo acelerou, gemidos preenchendo o quarto.

Virei o jogo sutilmente – no nosso acordo, podíamos alternar. "Sua vez de ser dominado", sussurrei para Marco, com Elisa concordando. Desamarramo-nos, virando-o de bruços. Amarrei seus pulsos, Elisa montando seu rosto. "Lamba ela", ordenei, sentando em seu pau, cavalgando devagar.

Ele gemeu contra ela, língua trabalhando enquanto eu acelerava, sentindo-o pulsar dentro de mim.

O clímax veio em ondas: Elisa primeiro, tremendo sobre ele, depois eu, contraindo ao redor dele, e Marco por último, gozando forte com um rugido. Desabamos, suados e satisfeitos, beijos suaves selando a conexão.

No BDSM poliamoroso, o poder fluía, o prazer se multiplicava. Era nosso, consensual, eterno.

Conto erótico enviado por Thiago.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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