Conto erótico: Aquele momento de alívio no banheiro da faculdade

Conto erótico: Aquele momento de alívio no banheiro da faculdade

O coração batia forte, acelerado. As aulas estavam uma tortura, o professor arrastava aquele assunto chato, eu não aguentava mais. Meu corpo pedia socorro, o estresse acumulado gritava por uma válvula de escape. Olhei para o relógio. Faltavam dez minutos. Levantei a mão, pedi para ir ao banheiro, e saí correndo.

O corredor era longo, vazio. O som dos meus saltos ecoava nas paredes, aumentando a minha ansiedade. Entrei no banheiro feminino. Sorte. Limpinho, deserto. Tranchei a porta, coloquei a mochila no chão, encostei nas paredes frias. Respirei fundo. Que alívio.

Meus olhos fecharam por um segundo, imaginando aquilo que estava prestes a acontecer. Minhas mãos desceram pelo corpo, sentindo a blusa de seda, a saia justa. O calor da minha pele aumentava, o desejo começava a borbulhar. Não era nada planejado, apenas uma necessidade urgente. Um desejo de me tocar, de sentir prazer, de esquecer os problemas por alguns minutos.

Deixei a mão descer pela barra da saia, roçando nas coxas. A pele estava macia, quente. Comecei a acariciar-me, devagar, sentindo a textura da minha lingerie. Um gemido baixo escapou dos meus lábios. Foi então que a porta abriu.

Assustei-me, mas mantive a calma. Era uma menina, uma colega de turma, a Cris. Ela me olhou, sorriu, um sorriso malicioso.

— Nervosa? — perguntou, num sussurro.

— Muito — respondi, ainda ofegante.

Ela se aproximou, trancou a porta ao nosso lado. Eu pude sentir o cheiro do perfume dela, algo floral e doce. A tensão no ar era palpável. O olhar dela descia pelo meu corpo, avaliando, desejando. Foi então que ela se aproximou mais, sua mão tocou o meu rosto, desceu pelo meu pescoço.

— Deixa eu te ajudar — disse, sussurrando no meu ouvido.

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Senti um arrepio percorrer minha coluna. Suas mãos eram firmes, quentes. Ela me empurrou de leve contra a parede, seus lábios tocaram os meus. O beijo foi intenso, cheio de desejo, uma mistura de desespero e prazer. Suas mãos continuaram a descer, agora com mais ousadia. Levantou minha saia, suas unhas roçaram na pele das minhas coxas.

Senti a mão dela deslizar para dentro da minha calcinha, os dedos encontrando meu clitóris. Um gemido mais alto escapou, mas ela tapou minha boca com a dela. Os movimentos dela eram rápidos, precisos. A excitação era tanta que eu mal conseguia pensar. Meus olhos fecharam, meu corpo entregou-se ao prazer.

Ela me beijava com fome, ao mesmo tempo que me masturbava, a pressão aumentando, o ritmo acelerando. Minhas pernas tremiam, o ar faltava. O orgasminho chegou rápido, forte, deixando-me ofegante, saciada.

A Cris afastou-se, um sorriso de cumplicidade no rosto.

— Melhor agora? — perguntou.

— Muito — respondi, ainda tentando recuperar o fôlego.

Ela ajeitou a roupa, deu um beijo leve na minha bochecha, e saiu. Fiquei ali sozinha, por mais alguns minutos, sentindo o calor do prazer ainda percorrer meu corpo. Foi intenso, rápido, mas necessário. O alívio foi total. Quando saí, a turma já estava se organizando para o intervalo. Ninguém desconfiou de nada. Apenas eu e a Cris sabíamos do segredo que guardávamos.

Aquele banheiro se tornou o nosso refúgio secreto por semanas. Sempre que o estresse apertava, a gente se encontrava lá. Era nosso momento de prazer, de cumplicidade, de alívio. Uma escapadinha rápida, mas intensa, que nos mantinha sãs, pelo menos por mais algumas horas.

Conto erótico enviado por Bruno e Larissa.

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Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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