Conto erótico: Amor gay que vicia a alma

Conto erótico: Amor gay que vicia a alma

A noite estava quente quando encontrei Lucas no bar da esquina. Seu olhar profundo me hipnotizou desde o primeiro instante, aquele brilho intenso que prometia segredos e prazeres ocultos. A camisa justa revelava contos que meu corpo ansiava decifrar.

"Posso te oferecer uma bebida?" perguntei, aproximando-me lentamente. Seu sorriso era convidativo, quase um desafio.

"Depende do que você tem em mente além de bebidas," respondeu com voz rouca que fez minhas pernas formigarem.

Conversamos por horas enquanto as bebidas escorriam por nossas gargantas. Suas mãos tocavam as minhas casualmente, cada contato uma faísca elétrica. Quando ele inclinou-se e sussurrou ao meu ouvido: "Meu apartamento fica a três quarteirões daqui," senti meu corpo inteiro responder.

A caminhada até lá foi um ritual de antecipação. Nossos dedos se entrelaçaram, polegares roçando as palmas em promessas silenciosas. Dentro do elevador, ele me pressionou contra a parede, seus lábios encontrando meu pescoço enquanto suas mãos exploravam minhas costas.

"Você não faz ideia de quanto tempo espero por isso," murmurou ele entre beijos que desciam por meu peito.

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A porta do apartamento mal se fechou quando nossas roupas começaram a cair. Cada pedaço de tecido que se ia revelava mais pele, mais desejo, mais urgência. Lucas me levou até o quarto, onde a luz da lua entrava pela janela, criando sombras dançantes sobre nossos corpos.

Seus lábios eram vorazes, experientes, encontrando cada ponto sensível do meu corpo. Quando finalmente nos entregamos um ao outro, o mundo desapareceu. Era apenas nós, respiração ofegante, pele contra pele, movimentos que cresciam em intensidade como uma sinfonia de prazer.

"Você é viciante," sussurrei enquanto ele me possuía completamente, cada movimento uma descoberta, cada toque uma revelação.

Ele riu baixo, o som vibrando contra meu peito. "E você é a droga que nunca vou querer deixar."

Passamos a noite explorando um ao outro, descobrindo limites e transcendendo-os. Quando o sol começou a nascer, estávamos enlaçados, exaustos mas satisfeitos, sabendo que aquela era apenas a primeira de muitas noites.

Conto erótico enviado por Marcos e Rafael.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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