
Conto erótico: A tentação proibida na cozinha da sogra

A tarde caía sobre a cidade, pintando o céu de tons alaranjados que se filtravam pela janela da cozinha. O cheiro de café recém-coado se misturava ao aroma doce de um bolo de chocolate que ainda esfriava sobre a bancada. Eu estava sozinho com ela.
Minha sogra, Clara, movia-se com uma elegância que sempre me deixou sem fôlego. Seus cabelos castanhos, agora soltos sobre os ombros, brilhavam a cada movimento. A blusa justa, de um tecido macio que colava ao corpo, deixava pouco à imaginação.
— Você sempre soube fazer café assim, tão forte? — ela perguntou, virando-se para mim com um sorriso que era mais um convite do que uma pergunta.
— Aprendi com a melhor — respondi, sentindo o peso do meu olhar sobre seus lábios pintados de um vermelho discreto, mas provocante.
Ela se aproximou, o quadril roçando levemente na minha coxa enquanto alcançava uma xícara no armário. O contato foi breve, mas suficiente para acender algo dentro de mim. Uma faísca que eu não podia — não deveria — deixar crescer.
— Clara, eu…
— Shhh — ela interrompeu, colocando um dedo sobre meus lábios. — Às vezes, as palavras só estragam o que o corpo já sabe.
Seu dedo desceu, traçando uma linha lenta pelo meu queixo, pelo pescoço, até parar no primeiro botão da minha camisa. O ar entre nós ficou denso, carregado de uma tensão que não era mais possível ignorar. Eu podia ouvir minha própria respiração, acelerada, enquanto seus dedos ágeis desabotoavam a camisa, um a um, sem pressa.
— Você sempre foi tão obediente — ela sussurrou, a voz rouca, os olhos fixos nos meus. — Mas hoje, eu quero que você desobedeça.
Conto erótico: Solidão que aqueceNão houve resistência. Minhas mãos encontraram sua cintura, puxando-a contra mim, sentindo o calor de seu corpo através da blusa fina. Ela gemeu baixinho quando meus lábios encontraram a pele macia de seu pescoço, descendo até a clavícula, onde o perfume dela — algo floral, intoxicante — era mais forte.
— A cozinha não é lugar para isso — murmurei, mais para mim do que para ela, enquanto minhas mãos deslizavam pelas curvas de seus quadris.
— Então, vamos fazer dela — Clara respondeu, empurrando-me suavemente contra a bancada.
O bolo esquecido, o café frio. Nada importava além do toque dela, da forma como seus dedos se entrelaçavam nos meus cabelos, puxando minha cabeça para baixo, até que nossos lábios se encontraram. O beijo foi quente, úmido, um misto de desejo e culpa que só aumentava a excitação. Sua língua invadiu minha boca com uma urgência que me deixou sem ar.
— Você é tão… — ela arquejou, enquanto minhas mãos subiam pela sua blusa, encontrando o fecho do sutiã — …diferente do que eu imaginava.
— E você é tudo o que eu nunca deveria querer — confessei, antes de capturar seu lábio inferior entre os dentes.
O som de algo caindo no chão — uma colher, talvez — não nos interrompeu. Clara saltou sobre a bancada, as pernas se abrindo em um convite silencioso. Meus dedos traçaram o caminho até a cintura de sua calça, desabotoando-a com uma lentidão torturante. Ela se arqueou, os olhos fechados, os lábios entreabertos, enquanto eu beijava cada centímetro de pele exposta.
— Por favor — ela implorou, as unhas cravando-se em meus ombros.
Não precisei de mais nada. O mundo lá fora podia esperar.
Conto erótico: Solidão que aquece
Conto erótico: O encontro proibidoConto erótico enviado por Marcos V.
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Conto erótico: A tentação proibida na cozinha da sogra
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