Conto erótico: A noite em que meu casamento renasceu

Conto erótico: A noite em que meu casamento renasceu

Eu nunca imaginei que, após dez anos de casamento, ainda pudesse sentir borboletas no estômago ao olhar para meu marido. Mas foi exatamente o que aconteceu naquela sexta-feira, quando ele me encostou na parede da cozinha, seus lábios quentes no meu pescoço, e sussurrou: "Quero te mostrar algo novo, algo que só nós dois vamos saber."

Seus dedos deslizaram pela minha cintura, apertando levemente a curva do meu quadril. Eu sabia do que ele falava. Já tínhamos conversado sobre isso antes, em noites de vinho e confissões tímidas. "Sexo anal", a palavra soava proibida, mas também excitante. "Você confia em mim?", ele perguntou, seus olhos castanhos fixos nos meus. Eu assenti, mesmo com o coração batendo mais rápido.

O quarto estava iluminado apenas pela luz amarela do abajur, criando sombras dançantes nas paredes. Ele me deitou na cama com cuidado, como se eu fosse feita de porcelana. "Vamos devagar", prometeu, enquanto suas mãos exploravam meu corpo, acendendo fogos em cada centímetro de pele. Seus beijos eram lentos, profundos, como se quisesse memorizar o gosto dos meus lábios.

Quando seus dedos começaram a brincar entre minhas pernas, eu já estava molhada, ansiosa. Ele pegou o lubrificante na gaveta — um frasco que compramos juntos, mas nunca havíamos usado. O gel estava frio, e eu estremeci quando ele o espalhou com delicadeza. "Respira, amor", sussurrou, enquanto um dedo deslizava, circundando, preparando. Não doía. Era estranho, sim, mas também… intenso. Cada movimento dele era uma promessa, uma pergunta silenciosa: "Você está gostando?"

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Quando ele finalmente se posicionou, eu segurei a respiração. "Diga se quiser parar", repetiu, e eu senti o calor dele, pressionando, avançando milímetro por milímetro. A dor foi um flash rápido, substituída por uma sensação de plenitude que eu nunca havia experimentado. "Meu Deus, Claudio", escapei, e ele sorriu, seus quadris começando a se mover em um ritmo lento, hipnótico.

Cada investida era uma onda, preenchendo espaços que eu não sabia que existiam. Suas mãos agarravam as minhas, nossos dedos entrelaçados, como se ele quisesse me ancorar naquela sensação avassaladora. "Você é tão linda assim", ele murmurou, e eu senti lágrimas ardentes nos cantos dos olhos — não de dor, mas de algo muito mais profundo.

Quando chegamos juntos, foi como se o mundo parasse. Seu corpo colou no meu, suado, ofegante, e eu soube, naquele momento, que nosso casamento nunca mais seria o mesmo. Não porque tivéssemos "experimentado algo novo", mas porque havíamos nos entregado um ao outro de uma forma que ia além do físico.

Ele rolou para o lado, me puxando para seus braços. "Isso foi…", comecei, sem encontrar palavras. "Nós", ele completou, beijando minha testa. E era verdade. Não era sobre o ato em si, mas sobre a confiança, o amor, a coragem de se deixar levar.

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Conto erótico enviado por Luana.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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