Conto erótico: A despedida de solteira que mudou tudo

Conto erótico: A despedida de solteira que mudou tudo

Eu nunca tinha sido do tipo que faz loucuras. Mas, quando minhas amigas me desafiaram a viver uma experiência ousada antes do casamento, algo dentro de mim acordou. "Uma noite só para você", disseram, e eu decidi que era hora de parar de ter medo.

O bar estava lotado, mas meus olhos encontraram os dele imediatamente. Alto, moreno, com um sorriso que prometia pecado. "Você parece perdida", ele disse, oferecendo-me um drinque. "Ou só procurando encrenca?"

Seu nome era Leonardo. Ele não perguntou o meu. Não importava. O que importava era a forma como sua mão queimava minha pele quando ele me tocava, como se estivesse marcando território. "Quer dançar?", ele perguntou, e eu aceitei, mesmo sabendo que não era a dança que ele tinha em mente.

O quarto do hotel era impessoal, mas seus beijos eram tudo menos isso. Ele me empurrou contra a parede assim que a porta se fechou, seus lábios capturando os meus com uma intensidade que me fez esquecer meu próprio nome. "Você tem certeza?", ele perguntou, enquanto suas mãos deslizavam pela minha saia. Eu assenti, sem palavras.

Não houve pressa. Ele me explorou como se tivéssemos todo o tempo do mundo, cada beijo, cada carícia, uma promessa de algo mais. Quando seus dedos começaram a brincar entre minhas nádegas, eu não resisti. "Já fez isso antes?", ele perguntou, e eu balancei a cabeça, nervosa. "Primeira vez?" Assenti. "Então vou fazer valer a pena", ele prometeu.

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O lubrificante estava na mesa de cabeceira, como se ele já soubesse que eu diria sim. "Vou ser gentil", ele sussurrou, enquanto me preparava com uma paciência que só aumentava meu desejo. Quando finalmente entrou em mim, foi com um cuidado que me surpreendeu. "Você é incrível", ele murmurou, e eu senti lágrimas ardentes nos cantos dos olhos — não de dor, mas de alívio, como se finalmente tivesse encontrado algo que sempre me faltou.

Cada movimento dele era uma onda, me levando mais fundo, mais longe. "Leonardo", escapei, e ele sorriu, seus quadris acelerando o ritmo. "Deixa ir, linda", ele sussurrou, e eu me entreguei, meu corpo tremendo em ondas de prazer que pareciam não ter fim.

Quando caímos na cama, suados e ofegantes, eu soube que aquela noite mudaria tudo. Não porque eu tivesse traído meu noivo, mas porque, pela primeira vez, eu havia me permitido sentir algo só para mim.

Ele me beijou antes de sair, como se selasse um pacto. "Boa sorte no casamento", disse, e eu soube que, não importava o que acontecesse depois, eu nunca mais seria a mesma.

Conto erótico enviado por Mariana.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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