
Conto erótico: A marca do desejo que me dominou completamente

Eu entrei naquela boate com o corpo já pedindo por aventura. O ar quente de verão grudava na pele e fazia meu vestido leve colar nas curvas. Aos vinte e oito anos, eu sabia exatamente o que queria.
Meus olhos varreram o salão até encontrarem os dele. Lucas, trinta e dois, porte atlético, sorriso lento que prometia tudo. Nossa conversa começou simples, mas o ar entre nós carregava eletricidade pura.
Seus dedos roçaram meu pulso por acidente. O toque queimou. Ele se inclinou e sussurrou perto da minha orelha. Quero sentir você inteira. Eu sorri, mordi o lábio e respondi sem hesitar. Então me leva agora.
No táxi, nossos beijos viraram urgentes. Línguas se enroscavam enquanto as mãos dele subiam pela minha coxa. Chegamos ao apartamento dele em minutos. A porta mal se fechou e ele me prensou contra a parede. Boca faminta no meu pescoço, dentes roçando a pele sensível. Eu gemi baixo, sentindo o volume duro dele pressionar minha barriga.
Roupas caíram no chão. Seus lábios desceram pelo meu colo, capturaram um mamilo eriçado e sugaram forte. Minhas mãos se perderam nos cabelos dele, puxando. Ele desceu mais, ajoelhando, abrindo minhas pernas com firmeza. A língua quente encontrou meu ponto inchado, lambeu devagar, depois rápido. Eu tremia, quadril se movendo contra a boca dele, gemidos ecoando no quarto escuro.
Conto erótico: A dançarina e o fetiche secreto que acendeu meu desejoPor favor, entra em mim, pedi com voz rouca. Ele se levantou, virou meu corpo de frente para a cama e me inclinou. Senti a cabeça grossa roçar minha entrada molhada. Entrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo e preenchendo cada espaço. O ritmo começou calmo, profundo, depois acelerou. Nossos corpos batiam juntos, suor misturando, pele contra pele.
Minhas unhas cravaram nas costas largas dele. Ele respondeu com estocadas mais fortes, mão firme no meu quadril. O prazer subia em ondas quentes. Eu sentia cada veia, cada pulsação dentro de mim. Goza comigo, ele ordenou, voz grave. O clímax me acertou como um raio. Meu interior apertou em espasmos enquanto ele se derramava fundo. No auge, os dentes dele cravaram meu ombro esquerdo, mordida possessiva que deixou um sinal ardente na pele.
Caímos na cama, respirações ofegantes, corpos entrelaçados. Pela manhã, levantei e fui ao espelho. Ali estava, roxa e nítida, a prova da noite. Toquei o local com a ponta dos dedos e sorri. Aquele vestígio na pele não era só dor. Era o selo vivo de uma paixão que ainda latejava entre minhas pernas.
Eu, que já provei vários encontros intensos, nunca havia sentido uma conexão tão crua e verdadeira. Aquela marca me lembrava que o corpo guarda as histórias que a alma deseja repetir. E eu já sabia que voltaria para buscar mais.
Conto erótico enviado por Rafael para Juliana.
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Conto erótico: Dança sensual desperta dominação gay intensaEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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