
Conto erótico: A lição da minha amiga safada

A Lara sempre foi a minha amiga safada. Enquanto eu me escondia atrás da minha timidez, ela vivia com uma coragem que eu mal podia compreender. Suas histórias eram meu vício secreto, e eu as devorava em troca de confidências sobre meu crush inofensivo pelo vizinho.
Naquela noite, estávamos no meu apartamento, o ar condicionado lutando contra o calor úmido que colava a camiseta fina na minha pele. Eu estava deitada de bruços no sofá, e Lara, sentada no chão, bebericava seu vinho.
“E então, o que o tal vizinho fez?” ela perguntou, um sorriso maroto nos lábios.
“Nada. Absolutamente nada. Ele me cumprimentou no correio hoje. Acho que até gaguejei,” suspirei, sentindo-me patética.
Lara balançou a cabeça, seus olhos verdes percorrendo meu corpo deitado com uma intensidade que fez um calafrio percorrer minha espinha. “O problema é que você pensa demais, Julia. O corpo fala uma linguagem mais simples, mais honesta.”
Ela colocou a taça no chão e se virou completamente para mim. O ambiente mudou. O ar, que antes era pesado pelo calor, ficou carregado de uma tensão nova, elétrica.
“Quer uma demonstração?” sua voz era um fio de seda, envolvente.
Antes que eu pudesse responder, suas mãos, antes gesticulando animadamente, pousaram na sola dos meus pés descalços. Um toque leve, quase profissional. “A tensão toda do seu dia está aqui,” ela murmurou, e seus polegares começaram a pressionar o arco do meu pé.
Um gemido baixo e involuntário escapou dos meus lábios. Era bom. Muito bom. Demasiado bom. Eu fechei os olhos, afundando na sensação enquanto suas mãos subiam, massageando meus tornozelos, a panturrilha tensa. Cada movimento era uma pergunta, e meu corpo, um território que ele estava a reclamar.
“Vê?” ela sussurrou, sua voz mais perto agora. “O corpo não mente. Ele só quer sentir.”
Suas mãos deslizaram pela parte de trás das minhas coxas, e eu virei de lado instintivamente, encarando-a. Seu olhar não era mais de diversão, mas de pura concentração, de desejo contido. Aquele olhar me perfurou, desarmando anos de inibição.
“Lara…” foi tudo que consegui dizer, um sussurro rouco.
“Cala,” ela ordenou suavemente, e então sua mão encontrou a parte interna da minha coxa. Não era uma massagem agora. Era uma exploração. Seus dedos traçavam círculos lentos e ardentes na minha pele macia, cada vez mais altos, cada vez mais perto do centro latejante da minha necessidade.
Eu estava a tremer, completamente à mercê daquela amiga que conhecia todos os meus segredos e que agora estava a descobrir o meu corpo. A respiração dela estava acelerada, e eu conseguia sentir o calor do seu corpo tão perto do meu.
Conto erótico: O amigo safado e o segredo no terraço“Abre as pernas para mim, Julia,” ela pediu, e sua voz era uma ordem doce e irresistível.
Eu obedeci, um ato de rendição total. Sua mão deslizou por cima da minha calça de algodão, pressionando o tecido molhado contra mim. Eu arquei as costas, um grito abafado saindo da minha garganta.
“É isso,” ela sussurrou, seus lábios perto do meu ouvido, seu hálito quente uma tortura deliciosa. “Deixa-me ver.”
Com movimentos precisos, ela puxou meu shorts e as minhas cuecas para baixo, expondo-me completamente aos seus olhos e ao ar frio do apartamento. Eu estava envergonhada, excitada, completamente vulnerável.
E então ela baixou a cabeça.
O primeiro contato da sua língua foi uma revelação. Um lampejo de puro êxtase que me fez gritar e enterrar as mãos nos seus cabelos castanhos. Ela não tinha pressa. Era uma devora lenta e meticulosa, sua língua traçando caminhos que eu nem sabia existir, explorando cada doce, cada centímetro do meu ser.
Ela me bebia como se eu fosse a última fonte no deserto, e os meus gemidos eram a música que guiava a sua dança.
A pressão cresceu dentro de mim, uma maré incontrolável. As minhas pernas tremiam, e as minhas mãos apertavam os seus cabelos. “Lara… vou…,” gemi, um aviso desesperado.
Ela não parou. Pelo contrário, aprofundou o seu ritmo, e a sua língua encontrou o ponto exato que me fez desabar. A minha visão escureceu enquanto uma onda de prazer tão intenso que beirava a dor me consumia.
Eu gritava, meu corpo arquejava sem controle, entregue ao fogo que ela acendeu.
Quando a última onda passou, eu caí de volta no sofá, ofegante, completamente esgotada. Lara subiu e deitou-se ao meu lado, seu rosto molhado e um sorriso triunfante e terno nos lábios.
Ela limpou o queixo com o dorso da mão e beijou minha testa suada. “Viu?” ela disse, sua voz rouca e carinhosa. “Às vezes, a melhor resposta é não usar palavras.”
E naquele silêncio quente e compartilhado, eu finalmente entendi. A minha amiga safada não me tinha apenas dado prazer. Ela me tinha libertado.
Conto erótico enviado por Luana.
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Conto erótico: Pés suados da minha vizinhaEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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