
Conto erótico: O amigo safado e o segredo no terraço

A festa estava um sucesso, mas o barulho e a aglomeração me cansaram. Subi silenciosamente para o terraço, buscando um pouco de ar fresco. A cidade luzia lá embaixo, um tapete de diamantes sob o céu estrelado. Foi quando ouvi a porta se abrir atrás de mim.
“Fugindo da multidão, Luana?”
A voz era baixa, familiar, e fez um calafrio percorrer minha espinha. Era Rafael. Meu amigo de longa data, o companheiro de todas as piadas internas e conversas profundas. Mas algo naquela noite estava diferente. O jeito como ele me olhava parecia ter uma nova camada, uma intensidade que não era apenas de amizade.
“Só respirando,” respondi, me apoiando na murada.
Ele se aproximou e ficou ao meu lado, seu braço quase tocando o meu. O calor do corpo dele era palpável, mesmo com alguns centímetros de distância. O ar entre nós parecia carregado, pesado com algo não dito.
“Você está linda hoje, sabia?” ele sussurrou, seu olhar escorrendo pelo meu vestido preto, simples, mas que eu sabia que realçava cada curva. “Diferente.”
“Diferente como?” perguntei, minha voz um pouco mais rouca do que o normal.
Ele se virou para me encarar totalmente, seus olhos escuros fixos nos meus. “Diferente de um jeito que me faz pensar em coisas que não deveria. Em como seria tocar você.”
A franqueza dele foi um choque direto no meu núcleo. Um tremor involuntário sacudiu minhas pernas. Era isso. Era o que estava pairando no ar nas últimas semanas. O flerte sutil que se tornava cada vez mais ousado.
“E que tipo de coisas um amigo safado como você pensa?” desafiei, meu coração batendo tão forte que eu temia que ele ouvisse.
Um sorriso lento e perigoso curvou seus lábios. “Safado? Eu?”
“Você sabe que é. Sempre soube.”
Ele fechou a distância de uma vez. Sua mão, grande e quente, encontrou a cintura descoberta do meu vestido. O toque foi elétrico, afirmativo.
“Penso em como essa sua boca deve ter o gosto do seu vinho,” ele murmurou, seu rosto tão perto que eu podia sentir seu hálito quente contra meus lábios. “Penso em como seria sentir você tremendo debaixo de mim. Em ouvir os gemidos que eu poderia arrancar de você.”
Cada palavra era uma chama me consumindo por dentro. A tensão que construímos por anos estava prestes a explodir. Já não havia mais volta.
“Então para de pensar e faz,” sussurrei, minhas mãos encontrando seus omens sólidos através da camisa fina.
Foi o convite que ele precisava. Sua boca capturou a minha em um beijo que não tinha nada de amigável. Era possessivo, voraz, repleto de toda a desejo reprimido que ambos negávamos. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas, puxando-me contra ele, e eu pude sentir o volume duro de sua ereção pressionando minha barriga.
Conto erótico: Pés suados da minha vizinhaUm gemido baixo escapou da minha garganta.
Ele quebrou o beijo, ofegante. “Eu quero você, Luana. Não como uma amiga. Não por uma noite. Mas de todo jeito que você me deixar ter.”
Sem esperar uma resposta, seus lábios encontraram meu pescoço, mordiscando e beijando um caminho até o decote do meu vestido. Suas mãos apertaram minhas nádegas, puxando-me ainda mais para perto, e eu esfreguei meu corpo contra o dele, uma necessidade primitiva tomando conta.
O tecido do meu vestido parecia insuportavelmente pesado, um obstáculo entre a minha pele e a dele.
“Rafa…” gemi, meus dedos enterrando-se em seu cabelo.
Ele entendeu. Com movimentos hábeis, a mão dele deslizou por baixo do meu vestido, encontrando a umidade que já encharcava minha calcinha. Seus dedos pressionaram o tecido molhado, fazendo meu corpo arquejar de prazer.
“Você está tão molhada por mim,” ele rosnou no meu ouvido, sua voz um comando. “Isso é para mim?”
“Sim,” ofeguei, minha cabeça girando. “Só para você.”
Ele puxou minha calcinha para o lado e dois dedos deslizaram para dentro de mim, enchendo-me de uma forma que fez meus joelhos fraquejarem. Eu me agarrei a ele, enterrando o rosto em seu pescoço para abafar meus gemidos enquanto seus dedos começavam um ritmo implacável, curvo e profundo, acertando um ponto dentro de mim que me fez ver estrelas.
“Quero te ver gozar,” ele ordenou, sua voz áspera com desejo. “Goza na minha mão, Luana. Deixa eu sentir.”
A pressão estava se acumulando, uma tempestade prestes a estourar. Seus dedos, sua boca no meu pescoço, suas palavras sujas… foi demais. Um grito abafado rasgou minha garganta enquanto meu corpo era tomado por uma onda violenta de prazer, me contorcendo em seus braços, me entregando completamente àquele êxtase.
Enquando eu ainda tremia, recuperando o fôlego, ele me virou de costas para ele, me inclinando suavemente sobre a murada. A vista da cidade desfocou diante dos meus olhos.
“Agora é a minha vez,” ele sussurrou, abrindo a própria calça.
Ele entrou em mim por trás, um preenchimento profundo e perfeito que me fez gemer alto. Suas mãos seguravam meus quadris com força, seus quadris batendo contra as minhas nádegas em um ritmo selvagem e sincronizado.
Cada investida era uma afirmação, uma conquista, a materialização de anos de desejo. O som úmido dos nossos corpos se encontrando era obsceno e delicioso. Eu me entreguei ao movimento, ao prazer, ao homem que eu pensava que era apenas um amigo, mas que agora me possuía de uma forma que ninguém jamais tinha conseguido.
Ele gemeu meu nome, um som gutural e cru, e eu senti o calor dele inundando meu interior, enquanto minha própria segunda onda de prazer me atingia, misturando-se com a dele. Ficamos ali por um longo momento, ofegantes, entrelaçados, o mundo lá embaixo completamente esquecido.
O amigo safado tinha cruzado a linha. E eu não poderia estar mais feliz por isso.
Conto erótico: Pés suados da minha vizinha
Conto erótico: O segredo quente do vizinho que vai te deixar sem fôlego!Conto erótico enviado por Luana.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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